Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a economia brasileira pode crescer mais de 2,5% este ano.
O crescimento econômico de um País é calculado a partir da expansão do seu produto interno bruto (PIB).
Ou seja, do valor de todos os produtos e serviços finais produzidos dentro das fronteiras geográficas do País, em um ano, incluindo depreciação.
Equivale, portanto, à sua capacidade de produção.
Nesse sentido, é algo extremamente relevante, uma vez que significa o crescimento dos salários e dos níveis de bem-estar, sendo determinado fundamentalmente pelo crescimento dos fatores de produção e pelo progresso tecnológico.
Crescimento econômico é um conceito quantitativo que envolve o crescimento da capacidade produtiva.
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Nesta semana, Lula disse ainda estar convencido de que o Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) deve superar as estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), de crescimento de 0,9%. A razão, segundo ele, são as políticas do governo para que o dinheiro volte a circular na mão da população.
O crescimento do País ajuda a elevar o patamar de desenvolvimento dos municípios com a geração de mais empregos, criação de indústrias, etc.
Em abril, o FMI reduziu a previsão de crescimento da economia brasileira para 0,9% este ano, abaixo da média mundial e da média dos países da América Latina e Caribe. No relatório anterior, de janeiro, a previsão era maior, de 1,2%.
O presidente criticou, novamente, o patamar da taxa básica de juros, a Selic. Ela é o principal instrumento usado pelo Banco Central (BC) para alcançar a meta de inflação, porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida.
Em março de 2021, o BC iniciou um ciclo de aperto monetário, em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, elevando a taxa básica ao seu maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. A decisão de manutenção da Selic nesse patamar vem sendo criticada pelo governo federal, que cobra uma redução para impulsionar o crescimento da economia.