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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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Calor e seca

20 OUT 2015 - 07h00

A região do Alto Tietê ainda aguarda por mais chuvas para aumentar a vazão das represas. A seca, desde o ano passado, tem provocado grandes dificuldades para o abastecimento de água. Soma-se isso à falta de planejamento anterior para enfrentar a crise hídrica.

A situação, no entanto, segue crítica em praticamente todo o País. Ontem, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho para as regiões Norte, Leste e Sul de Goiás, incluindo o Distrito Federal, metade do Sul de Tocantins, além do oeste, noroeste e norte de Minas Gerais. Nesses locais, a umidade relativa do ar ficou abaixo de 12%.

O alerta vermelho é o mais alto e representa risco extremo de incêndios florestais e à saúde da população. Nos estados de Mato Grosso, Maranhão, Piauí, leste da Bahia e na região central de Minas, o alerta é laranja, com forte calor e a umidade variando entre 12% e 20%.+

Municípios de Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco seguem em alerta amarelo, com registro de índices de umidade entre 25% e 30%.

De acordo com a Defesa Civil do Distrito Federal, os moradores das regiões afetadas pela onda de seca e calor devem evitar atividades ao ar livre entre 10 e 16 horas.

A Defesa Civil também recomenda a ingestão de pelo menos dois litros de água por dia, o uso de umidificadores de ar, bacias com água ou toalhas molhadas em ambientes da casa, protetor solar e creme hidratante, refeições leves e cuidados especiais com crianças e idosos.

Para o Rio Grande do Sul, o Inmet lançou alerta amarelo, para o risco potencial de novas enchentes na região e de queda de árvores. O volume mais forte de chuva deve se concentrar no extremo Sul do País.

O nível do Rio Guaíba, que, no sábado, subiu 2,94m acima do normal, o maior desde 1941, caiu para 2,71m na medição eletrônica realizada na manhã de ontem. De acordo com a Defesa Civil estadual, mais de 140 mil gaúchos já foram afetados pela chuva.

Pelo que se vê, as regiões brasileiros vivem contrastes. Muita água caindo em determinados locais e pouca, em outros. No Alto Tietê, a situação ainda segue preocupante com as represas operando ainda no volume morto.

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