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Jornal Diário de Suzano - 22/05/2019
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Casos de dengue

07 MAI 2019 - 23h59
Há uma grande preocupação com os casos de dengue no Brasil. 
Só para se ter uma ideia, os números cresceram em 2019, informou o Ministério da Saúde, em todo o País.
O balanço sobre os casos da doença no Brasil foi feito entre dezembro de 2018 e março de 2019.
Foram registrados 229.064 casos nas primeiras 11 semanas de 2019 (até 16 de março). 
No mesmo período de 2018 foram registrados 62,9 mil caso de dengue.
No Alto Tietê, mesmo com a intensificação das ações para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o número de casos confirmados teve um salto muito grande em um ano no Alto Tietê.
Reportagem que o DS publicou na edição de ontem mostrou que nos primeiros quatro meses de 2018, 21 casos foram confirmados para a doença. Já no primeiro quadrimestre deste ano, 216 casos foram atestados, registrando assim um crescimento de 929%. 
É preciso manter o combate ao mosquito. 
O vírus da dengue é um arbovírus. São transmitidos por picadas de insetos, especialmente os mosquitos. Existem quatro tipos de vírus de dengue (sorotipos 1, 2, 3 e 4). 
Cada pessoa pode ter os 4 sorotipos da doença, mas a infecção por um sorotipo gera imunidade permanente para ele.
O transmissor (vetor) da dengue é o mosquito Aedes aegypti, que precisa de água parada para se proliferar. O período do ano com maior transmissão são os meses mais chuvosos de cada região, mas é importante manter a higiene e evitar água parada todos os dias, porque os ovos do mosquito podem sobreviver por um ano até encontrar as melhores condições para se desenvolver.
O motivo para o crescimento repentino no número de confirmações é incerto, porém o setor de Vigilância Epidemiológica de Suzano, por exemplo, alega que o recente período de chuvas favoreceu a proliferação do mosquito em várias regiões do estado, além do período de férias que promoveu o trânsito de pessoas para regiões com incidência de casos.
As Vigilâncias Epidemiológicas de cada município estão realizando ações e campanhas para evitar a proliferação do mosquito causador da doença, o Aedes Aegypti. 
A maioria das ações consiste nas visitas domiciliares (para identificar criadouros de mosquitos) e orientação aos moradores, palestras, ações de bloqueio para evitar a proliferação e Avaliações de Densidade Larvaria (ADL). 
É importante manter o combate ao mosquito, garantindo que as ações sejam, cada vez, mais efetivas.

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