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Jornal Diário de Suzano - 30/09/2020
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Compras pela internet

22 JUN 2017 - 08h00

Com mais de 60 milhões de computadores e cerca de 170 milhões de telefones celulares, o Brasil ocupa, respectivamente, o décimo e o quinto postos dos rankings mundiais, destacando-se entre os mercados digitais que mais crescem. Este é o resultado da abertura do mercado de telecomunicações, na década passada, confirmado pelo estudo Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, feito com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2008, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A rede mundial de computadores trouxe muitos avanços, encurtou distância, abriu caminhos dentro da comunicação e facilitou a troca (compra e venda de produtos).

Atualmente comprar pela internet se tornou um hábito do brasileiro, revela um estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) nas 27 capitais do País. De acordo com o levantamento, 89% dos internautas realizaram ao menos uma compra online nos últimos 12 meses anteriores à pesquisa, percentual que se mantém elevado em todos as classes sociais analisadas. Os homens lideram entre os compradores online (93%), pessoas de 35 a 49 anos representam 95% dos consumidores e 99% pertencem às classes A e B. Apenas 4% das pessoas que têm acesso à internet admitiram nunca ter feito qualquer compra online.

A pesquisa mostrou que, mesmo em um cenário de crise, quase metade dos consumidores online (43%) aumentou a quantidade de produtos adquiridos pela internet este ano, na comparação com 2016. Para 38%, o volume se manteve estável, enquanto 18% diminuíram o número de compras feitas por esse meio. A consulta foi feita entre os dias 18 e 27 de abril passado.

A vantagem que o internauta brasileiro mais destaca é a percepção de que os produtos vendidos pela internet são mais baratos do que nas lojas físicas, razão mencionada por 58% desses consumidores. Outros motivos destacados são a comodidade de comprar sem sair de casa (45%), o fato de poder fazer as compras no horário que quiser (31%) e a economia de tempo (29%). Há ainda 28% de entrevistados que citam a facilidade que a internet proporciona na comparação de preços. Não há dúvida de que a internet está moldando cada vez mais as relações de consumo entre clientes e lojistas.

Ela trouxe ao consumidor a liberdade de comprar quando e onde quiser. Se antes as pessoas tinham de ir até as lojas e demais centros de consumo, agora são os varejistas quem precisam encontrar seus clientes, oferecendo plataformas amigáveis.

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