quarta-feira 30 de setembro de 2026 Logo Rede DS Comunicação

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 34,90 por mês, no plano anual.

Ler Jornal Assine
Jornal Diário de Suzano
Envie seu vídeo (11) 4745-6900
Operação Eclésia

Operação da Polícia Civil resulta em 21 presos e apreensões de armas, drogas e munições na região

Entre os materiais apreendidos durante a segunda fase da "Operação Eclésia" estão sete camisetas com o logo da Polícia Federal

31 julho 2023 - 17h13 Por Daniel Marques - de Poá

A Polícia Civil realizou, na manhã desta segunda-feira (31), a segunda fase da "Operação Eclésia", que visa combater os crimes de tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro em três cidades do Alto Tietê. No total, foram cumpridos 21 mandados de prisão temporária e mais de 40 de busca e apreensão, resultando em 21 prisões.

Trata-se de desdobramentos de uma investigação que vinha sendo feita há alguns meses pela Polícia Civil de Poá. A operação foi realizada em três cidades do Alto Tietê: Suzano, Poá e Mogi das Cruzes. Alvos também foram capturados em bairros da capital paulista.

Foram apreendidos dois fuzis, três carregadores de fuzis, muita munição, drogas e algo que despertou a atenção dos policiais: sete camisetas com o logo da Polícia Federal.

“Foi o que chamou muito a nossa atenção e vai ser objeto de investigação. Essas camisetas estavam com o logo da PF. Agora, a investigação vai poder responder como eles conseguiram isso”, explicou o delegado titular da Delegacia de Poá, Eliardo Jordão.

Somando a primeira fase da operação, realizada no ano passado, com a segunda fase, foram realizadas 55 prisões pela Operação Eclésia. Nesta segunda etapa, foram mobilizados 150 policiais civis e cerca de 20 guardas municipais das cidades de Suzano, Poá e Mogi, que prestaram apoio nas prisões.

Na casa de um dos presos, um condomínio de luxo em Mogi, a Polícia Civil apreendeu dois fuzis. Um deles, segundo o delegado, estava pronto para “abrir fogo”. A Polícia Civil agora que saber qual o possível grau de participação dos indivíduos detidos em uma organização criminosa que atua em São Paulo.

“Ao longo das investigações, é natural que a gente consiga identificar e individualizar a participação de cada uma dessas pessoas na organização. A investigação continua justamente para destrinchar e conseguir apontar a participação de cada um”, afirmou o delegado.