Mais de 96 áreas de risco são monitoradas nas cidades da região. São elas: Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Suzano. Os locais ganham mais atenção na Operação Verão, realizada anualmente até março. Cidades ainda continuam com a ação. Suzano divulgou que todas as áreas de risco do município foram monitoradas durante a Operação Verão. Os serviços permanecerão. Porém, com menor intensidade. Os casos mais recorrentes durante a ação foram queda de árvore, com menos de meia dúzia de registros em toda a operação. Para evitar estes casos no futuro, a Prefeitura fará prevenção, orientação e conscientização dos munícipes. Neste ano, já esta sendo elaborado um cronograma em conjunto com a Secretaria de Obras, Manutenção e Infraestrutura, para limpeza e manutenção de vários córregos no município. Em Mogi, foram monitoradas 15 áreas de riscos, contabilizando as áreas de deslizamentos, alagamentos e enchentes ou inundações. Após o término da Operação Verão, o Departamento de Defesa Civil da cidade deu sequência com o trabalho de monitoramento, "in loco", e também por meio de solicitações feitas pela população junto à Ouvidoria Municipal. Durante a operação ocorreram somente focos de alagamentos, devido às fortes chuvas. Entre os principais locais afetados foram na área central, nas imediações das ruas Tenente Manoel Alves e Princesa Isabel de Bragança. Além disso, houve nove quedas de muros e 15 quedas de árvores, sem o registro de vítimas. A Prefeitura realiza um trabalho constante, com a participação de secretarias, para evitar problemas causados pelas chuvas. São exemplos a canalização e manutenção de limpeza dos córregos e valas, a manutenção e ampliação do sistema de drenagem do município. Já em Itaquá, 33 áreas foram monitoradas. A ação continuará no município, com a implementação de estudos para minimizar os problemas ou até erradicá-los. Isso porque durante o período desta última ação, foram registradas quatro áreas de alagamentos e três de deslizamentos. Os casos mais frequentes foram inundações. Na cidade poaense, 17 áreas foram mapeadas. Anteriormente eram 19 áreas, sendo que duas localizadas em Calmon Viana foram excluídas pelo fato das obras de drenagem terem solucionado o problema. De acordo com a assessoria do município, o monitoramento é constante, sendo intensificado no período das chuvas. Relatórios bimestrais são encaminhados às secretarias competentes. Por conta do Córrego Itaim que corta o centro da cidade, a área central é mais vulnerável a alagamentos. Sobre os incidentes, foram contabilizadas 11 quedas de árvore no período. Em Poá, a Operação Verão está em andamento e só será finalizada em 31 deste mês. Na ação, foram acelerados os trabalhos de prevenção às enchentes e alagamentos com a limpeza de galerias, ruas, bocas de lobo, sarjetas e bueiros no município. Também foram intensificadas as obras de construção do Piscinão. Em Ferraz, 17 áreas foram fiscalizadas no período da ação. Após o fim da Operação, a Prefeitura afirmou que os trabalhos continuarão constantes. No período, foram registrados 11 casos de deslizamento de terra e dois casos de alagamento. O Executivo esclareceu que o monitoramento e a distribuição de material educativo nas áreas de risco são as ferramentas fundamentais para evitar esses casos. No município, o Plano de Contingência "Operação Verão" continua com o mesmo perfil de ação. A Defesa Civil também está estudando a implantação das NUPDE's (Núcleo Proteção e Defesa Civil) nos bairros que apresentam maior índice de risco, para voluntários prestarem atendimentos iniciais a ocorridos. Arujá, no período de verão, o monitoramento foi intensificado em 14 áreas de risco na cidade. No período de fortes chuvas os trabalhos serão intensificados. A Prefeitura anunciou que mantém a atividade nas áreas de risco neste ano. Durante a última operação, foi registrada apenas uma ocorrência de desabamento parcial de uma casa no Jardim Real, em janeiro, devido uma forte chuva que atingiu a região. Na mesma data houve registro de árvores caídas próximas à região central e que tiveram de ser cortadas, mas que não causaram danos.