O prefeito de Mogi das Cruzes, Marcus Melo (PSDB), reuniu-se ontem com representantes do Serviço Social do Comércio (Sesc), para dar andamento às conversas que visam a instalação de uma unidade no município. O diretor do Sesc no Estado de São Paulo, Danilo Santos de Miranda, esteve presente no encontro e afirmou que, dentre as áreas previamente disponibilizadas pela Prefeitura para receber o equipamento, o Centro Esportivo do Socorro foi selecionado como o local ideal. Por isso, além de reunião no gabinete, foi feita também uma vistoria na área do centro esportivo. “Mogi justifica a presença de um Sesc, não só pela vontade já manifestada por todos, como também por suas características, do ponto de vista social, cultural e econômico. Agora falta apenas formalizarmos isso, porém informalmente digo que já estávamos analisando há algum tempo as áreas disponíveis aqui em Mogi e escolhemos esta, por tudo o que observamos aqui”, destacou. O próximo passo, como explanou Miranda, é a formalização da intenção hoje declarada, por meio da atuação da Prefeitura e da Câmara, que também se fez presente, com os membros da Comissão Especial de Vereadores (CEV) criada especificamente para acompanhar este tema. Além da formalização via ofício da oferta da área por parte da Prefeitura, também será preciso criar e aprovar uma lei, que viabilize a cessão do terreno ao Sesc. Conforme estimou Miranda, uma unidade em Mogi vai requerer um investimento de mais de R$ 100 milhões, além de demandar tempo até que esteja concluída. Para agilizar o processo, ele cogita trazer à cidade uma unidade Sesc provisória. Isto é, uma equipe da instituição se instalaria no Centro Esportivo do Socorro da maneira como ele está e daria início em breve às atividades oferecidas pelo Sesc, até que os trâmites burocráticos para a edificação de uma unidade definitiva sejam vencidos. O diretor estadual do Sesc disse ainda que, com base no que observou da área, a unidade definitiva do Sesc Mogi das se assemelharia muito com a unidade de Jundiaí, que foi inaugurada em abril de 2016. prazos Sobre prazos, ele afirmou que, em se tratando de uma unidade provisória, em menos de um ano seria possível iniciar as atividades, caso não haja empecilhos ao longo do caminho. “Precisamos lembrar que temos 12 projetos em andamento, portanto não é possível garantirmos que isso acontecerá rapidamente. O que pode ser viabilizado de forma mais rápida é o início das atividades por meio de uma unidade provisória, assim como acontece em Osasco, em Presidente Prudente, no Campo Limpo e no Parque Dom Pedro”, exemplificou. Marcus Melo ressaltou que o objetivo é sempre proporcionar mais serviços à população. “Em se tratando de áreas municipais, temos sempre que escolher a melhor ocupação para cada uma delas e o Sesc é um equipamento que atenderia a toda a população. É, na verdade, um grande presente para a cidade”, pontuou, garantindo que vai tomar as providências burocráticas necessárias para a formalização do que foi acordado.