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Região tem 2.527 pacientes na fila de espera por cirurgias do Sistema Único de Saúde

Suzano lidera o ranking com 1.266 pacientes na fila. A sequência da pesquisa tem Mogi (454), Itaquá (389), Santa Isabel (251), Biritiba-Mirim (113), Ferraz de Vasconcelos (51) e Arujá (3)

17 dezembro 2017 - 09h48 Por Edgar Leite - da Região
Pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que o Alto Tietê tem 2.527 pacientes na fila de espera por cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde (SUS). Suzano lidera o ranking com 1.266 pacientes na fila. A sequência da pesquisa tem Mogi (454), Itaquá (389), Santa Isabel (251), Biritiba-Mirim (113), Ferraz de Vasconcelos (51) e Arujá (3). Os dados de Poá não foram computados na pesquisa.
 
O levantamento foi produzido com dados repassados por Secretarias de Saúde de 16 estados e 10 capitais.
No País, há ao menos 904 mil cirurgias eletivas (aquelas que não são de urgência ou emergência) pendentes no SUS. 
 
De acordo com o CFM, conviver com a espera por atendimento médico é um drama para milhares de pacientes que dependem SUS. Neste ano, a fila de espera para cirurgias eletivas chegou a aproximadamente 904 mil procedimentos. 
 
Quais tipos
 
Cirurgias de catarata, hérnia, vesícula e varizes estão entre as mais demandadas pela população que depende da rede pública. "Pela primeira vez o CFM se aproxima do tamanho real da fila por cirurgias no SUS”, disse o presidente do Conselho, Carlos Vital, em mensagem no site do órgão.
 
Segundo ele, ainda que parciais, os números impressionam, “já que os estados que prestaram informações representam metade de todo o volume cirurgias efetivamente realizadas na rede pública em 2016".
Só no ano passado, 1.652.260 cirurgias eletivas foram realizadas no SUS. Segundo ele, vários são os argumentos para tentar justificar o volume de pacientes à espera de uma cirurgia e todos eles têm a mesma origem: recursos finitos para administrar uma demanda que é infinita.
 
As mais de 801 mil cirurgias informadas pelos estados correspondem à soma das filas declaradas por Alagoas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Pernambuco, São Paulo e Tocantins. Além destes, foram incorporados os dados da Bahia, que enviou informações de pacientes que ingressaram na fila em 2017 e, do Rio Grande do Norte, onde foi apresentada apenas a fila ortopédica.
 
Segundo as informações analisadas pelo CFM, quase metade de todos os procedimentos pendentes no País estão concentrados em apenas cinco tipos diferentes: catarata (113.185), correção de hérnia (95.752), retirada da vesícula (90.275), varizes (77.854) e de amígdalas ou adenoide (37.776). Os números são de todo 

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