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Região

Alto Tietê fecha novembro com saldo negativo de contratações formais, aponta Caged

Ao todo, foram 7.623 admissões contra 7.624 demissões. Isto representa ao fechamento de um posto de trabalho

27 dezembro 2017 - 17h15 Por Marcus Pontes - da Região

A região fechou novembro negativo no saldo de novos empregos, indo de encontro ao mês de outubro - que apresentou o melhor resultado do ano, com a criação de 1.365 novos empregos. Ao todo, em novembro foram 7.623 admissões contra 7.624 demissões, o que representa o fechamento de um posto de trabalho. As informações fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, referentes aos dados das cidades de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano. 

Apesar do cenário negativo em novembro deste ano, a criação de novos empregos no Alto Tietê apresentou melhor resultado se comparado ao mesmo período do ano passado. Em novembro de 2016, o saldo da região fechou em menos 388 vagas. Sendo, 7.807 admissões contra 8.195 demissões. 

De janeiro a novembro deste ano, o saldo ficou positivo com 6.227 novos empregos no Alto Tietê. Destaque para as cidades de Itaquá e Mogi, que criaram 2.214 e 2.185, respectivamente. De janeiro a novembro de 2016, o saldo foi de -4.916.

Cidades

No último relatório (referente a novembro), quatro cidades apresentaram saldo positivos: Arujá (179), Itaquaquecetuba (75), Salesópolis (10) e Suzano (116). Os piores resultados foram, respectivamente, de Ferraz (-167), Poá (-101), Biritiba (-52), Santa Isabel (-39), Guararema (-20) e Mogi das Cruzes (-2).

Os dados apontam que, em 2017, os três melhores meses para a geração de empregos, além de outubro (1.365), foram fevereiro (817), agosto (718) e junho (632). Entre os piores ficaram janeiro (-327), março (-167) e abril (56).

País
No país, o saldo de empregos formais também ficou negativo, com menos 12.292 vagas. Isto representou uma redução de 0,03%, de acordo com o Caged. O balanço divulgado já considera as novas formas de contratação da reforma trabalhista.

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