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Região

Alto Tietê fecha 2017 com 4,4 mil novos empregos com carteira assinada, aponta Caged

No acumulado do ano – equivalente aos últimos 12 meses-, as cidades que mais geraram empregos foram Itaquaquecetuba (1.911), Mogi das Cruzes (1.621) e Suzano (1.289)

26 janeiro 2018 - 18h11 Por Marcus Pontes - da Região
O Alto Tietê fechou 2017 com saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada. A região criou 4.405 mil novos postos de trabalho ao longo do último ano. Ao todo, foram 102.090 mil contratações contra 97.685 mil demissões. Os dados são referentes às cidades de Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano. As informações fazem parte do Cadastro Geral de Empregadores e Desempregados (Caged), divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
 
No acumulado do ano - equivalente aos últimos 12 meses-, as cidades que mais geraram empregos foram Itaquaquecetuba (1.911), seguida por Mogi das Cruzes (1.621) e Suzano (1.289). No ranking nacional, os dados do Caged mostram que estes três municípios ocuparam a 16ª, 23ª e 40ª posição, respectivamente. Também tiveram resultados positivos as cidades de Arujá (370); Guararema (166); Salesópolis (140); e Santa Isabel (79). 
 
Mas nem todos os municípios apresentaram resultado positivo. Três das cidades do Alto Tietê fecharam postos de trabalho. Sendo Poá, que perdeu 1.026 empregos; Ferraz de Vasconcelos que fechou 77 postos; e Biritiba Mirim com menos 68.
 
Comparativo
No comparativo do ano de 2017 com o mesmo período de 2016, a região teve um salto em relação à geração de empregos. No balanço de 2016, o Alto Tietê terminou o ano com saldo de -8.198 postos de trabalho. O que representa uma melhora de 153,7%, quando comparado com o saldo positivo de 4,405 mil vagas no último ano.
 
País
No balanço geral do País, o Brasil fechou 20.832 vagas formais de emprego em 2017. Com esse resultado, 2017 foi o terceiro ano seguido com saldo negativo. 
 
Em relação aos segmentos, no ano passado a geração de empregos formais foi liderada pelo Comércio, com saldo positivo de 40.087 postos de trabalho formais em todo o País. Resultado bem superior aos de 2016, quando foram registradas perdas de 197.495 vagas, e de 2015, quando foram fechados 212.756 postos. Também houve saldo positivo na Agropecuária, que abriu 37.004 postos em 2017, revertendo a queda de 2016 (-14.193 vagas); e em Serviços, com 36.945 novos postos, interrompendo as quedas de 2016 e 2015 (-392.574 e -267.927, respectivamente).
 
Já a Construção Civil e a Indústria de Transformação tiveram as maiores reduções em 2017 (-103.968 e -19.900 postos, respectivamente). Ainda assim, os resultados foram melhores do que em 2016 (-361.874 na Construção Civil e -324.150 vagas na Indústria de Transformação) e 2015 (-416.689 na Construção Civil e -612.219 na Indústria de Transformação).

 

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