Os municípios do Alto Tietê se mobilizam para a campanha da vacinação contra a gripe. Em Arujá, por exemplo, 6.797 pessoas foram vacinadas contra a gripe. Em Poá, a meta é imunizar 20 mil pessoas. Até o momento 9 mil já receberam as doses. Em Itaquá o número chega a mais de 12 mil imunizados. E em Suzano, cerca de 20 mil pessoas já foram imunizadas. O número representa 38,29% da meta de cobertura vacinal no município estipulada para este ano. A campanha teve início no final do mês de abril segue até o dia 1º de junho.
No município poaense, a vacina está disponível nas 13 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), que atendem das 8 às 15h30. Segundo o vice-prefeito e secretário de Saúde, Marcos Ribeiro da Costa, o Marquinhos Indaiá, o grupo prioritário é composto por pessoas com mais de 60 anos, crianças de seis meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias, gestantes puérperas até 45 dias após o parto, pessoas portadoras de doenças crônicas, condições especiais, indígenas, profissionais da saúde e professores.
“A equipe da Vigilância Epidemiológica está preparada para atender a todas as pessoas do chamado grupo prioritário e temos certeza que alcançaremos a nossa meta, que é o de imunizar o maior número de pessoas possível”, declarou.
Em Itaquá, de acordo com dados do Departamento de Vigilância Epidemiológica, no Dia D - realizado no último sábado - 8,3 mil pessoas que fazem parte do grupo prioritário receberam a vacina no sábado. Até a semana passada, quase 12 mil pessoas já tinham sido imunizadas.
Prioridade
Devem se vacinar as pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a cinco anos de idade, trabalhadores da área de saúde, professores das redes pública e privada, mulheres gestantes e puérperas, indígenas, pessoas privadas de liberdade (incluindo adolescentes cumprindo medidas socioeducativas), profissionais do sistema prisional e portadores de doenças que aumentam o risco de complicações em decorrência da Influenza.
De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos.