A Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) verificou 30 assassinatos no Alto Tietê ao longo do primeiro trimestre de 2018, ou seja, uma média de 10 mortes violentas por mês.
Os casos, registrados como homicídios dolosos, quando há intenção de matar, fizeram 33,3% das vítimas em Itaquaquecetuba e 16,6% em Arujá e Mogi das Cruzes. Biritiba Mirim e Salesópolis são as únicas cidades em que ainda não há ocorrências deste crime, conforme os dados divulgados pela pasta estadual.
Em toda a região, as tentativas de homicídio chegaram 34 registros.
Janeiro foi o mês mais violento no Alto Tietê, com 12 assassinatos, sendo três deles em Arujá. Em fevereiro, exatamente 10 vítimas foram constatadas, desta vez com o maior índice de quatro mortes em Itaquá.
A liderança da cidade se repete em março, com mais quatro óbitos durante o mês que matou oito pessoas na região.
Além dos 10 homicídios em Itaquá, Mogi e Arujá verificaram cinco mortos, cada, entre janeiro e março deste ano. Em Santa Isabel, quatro pessoas morreram de forma violenta, enquanto em Suzano o registro foi de três ocorrências.
Fechando o levantamento, constataram-se ainda duas vítimas em Poá e uma em Ferraz de Vasconcelos.
Quanto às tentativas de homicídio, o número chega 34 ocorrências. Sendo a maioria delas em Itaquá, Mogi e Suzano. O estudo da SSP ainda traz os índices de homicídio culposo no trânsito, quando não há intenção em matar.
Neste caso, a pasta constatou 28 ocorrências, 13 delas em Mogi das Cruzes. Não houve na região registros de outras situações de mortes acidentais, que não sejam no trânsito.