O prefeito de Poá, Gian Lopes, disse após a inauguração da revitalização da Praça Armando Rossi, na última sexta-feira (1º), que tem buscado alternativas, em diversas esferas, para suprir a queda na arrecadação de impostos com a saída do banco Itaú.
Conforme o DS informou em outras edições, a saída do banco da cidade pode acarretar em uma queda de até 40% no imposto arrecadado para o município.
“A administração municipal vem atuando na esfera jurídica, política e administrativa para conseguir alternativas financeiras que garantam a prestação dos serviços à população poaense”, disse o prefeito.
O prefeito poaense lamenta o ocorrido, mas diz que não se pode desanimar com a saída do banco, e afirma que o momento é de “continuar trabalhando”. “O momento é de continuar empregando esforços em diferentes frentes para que o município não seja afetado com a queda dos recursos
Instâncias
Uma possibilidade é, conforme disse Gian, buscar alternativas em outras instâncias para manter os serviços, sem prejudicar a população.
“A administração está realizando os estudos necessários e manterá todos os esforços e tratativas junto a outras instâncias, no sentido de buscar auxílio para que os serviços prestados à população poaense possam ser garantidos”, concluiu o prefeito.
Banco
A saída do banco pode resultar em uma queda de R$ 140 milhões nos cofres públicos.
Em 10 de julho, a Associação comercial e Industrial de Poá (ACIP), promoveu uma passeata para, com o slogan “Fica Itaú”.
A intenção era de manter a sede do banco na cidade, o que iria contra a decisão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), aberta na Câmara de São Paulo.
O banco se instalou na cidade em 20 de março de 1992, e contribuía com 40% do total do Imposto Sobre Serviço (ISS) arrecadado pelo município.