A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) impede reajuste salarial para mais de 26 mil servidores públicos no Alto Tietê. A lei complementar 173/2020, conhecida por Lei de Socorro aos Estados, determina a proibição de aumento salarial para servidores federais, estaduais e municipais. A medida visa conter despesas neste período.
Em Suzano, são 5.291 servidores públicos municipais. Deste total, 4.967 são ativos, 241 afastados e 83 são aposentados e pensionistas.
A Prefeitura reforçou que está impedida de conceder aumento salarial por conta da Lei de Socorro aos Estados, regulamentada pelo decreto municipal nº 9.475/2020.
Mogi das Cruzes também está cumprindo a lei e não haverá reajuste salarial no município, que conta com 5.400 servidores em seu quadro.
O mesmo ocorre em Poá, com 2.676 servidores e Guararema, com 858.
De acordo com o secretário de Governo de Arujá, Rogério Gonçalves Pereira, o município também não fará um reajuste salarial. No entanto, a Prefeitura analisa propostas para o ano que vem.
“A Prefeitura mantém diálogo constante com o sindicato e estuda propostas para o ano que vem, a fim de repor perdas salariais”, disse. Arujá possui 2.032 servidores.
A Prefeitura de Itaquaquecetuba vem analisando o impacto financeiro em relação ao reajuste salarial.
De acordo com a administração municipal, a gestão trabalha “em uma reforma administrativa para o ano que vem”.
O objetivo é resolver o problema do baixo salário. O município conta com 4.800 servidores.
Em Biritiba são 818; Ferraz 2.951; Salesópolis 450 e Santa Isabel 1.358. O total é de 26.634 servidores.