O Alto Tietê criou 2.203 postos de trabalho em novembro deste ano, aponta o novo levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Ao todo, foram 12.139 admissões, contra 9.936 desligamentos durante o período. Todas as dez cidades da região tiveram saldo positivo.
Os dados divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Caged apontam que na liderança de criação de postos de trabalho em novembro está Mogi das Cruzes. A cidade contabilizou saldo positivo de 1.244 vagas de empregos gerados, resultado de 4.637 contratações e 3.393 demissões, ambos os maiores números da região.
Suzano aparece na segunda posição com a geração de 564 postos de trabalho. A cidade computou, em novembro, 2.505 admissões e 1.941 desligamentos.
Na sequência vem Itaquaquecetuba, com a criação de 151 postos de trabalho. O dado é referente a 1.859 contratações, contra 1.708 demissões.
Arujá segue a lista com saldo positivo de 121. A cidade registrou 899 admissões, mas por outro lado teve 778 desligamentos.
Na quinta posição está Guararema, tendo gerado 30 postos de trabalho. Ao todo, foram 270 contratações em novembro, contra 240 demissões.
Santa Isabel ocupa a sexta posição. O município criou 25 vagas de emprego com carteira assinada, resultado de 329 admissões e 304 desligamentos.
Já Biritiba Mirim teve saldo positivo de 24 novos postos de trabalho. O dado é referente a 90 contratações, contra 66 demissões.
Outra com saldo positivo próximo está Poá. A cidade criou 23 vagas de emprego com carteira assinada em novembro, resultado de 942 admissões, contra 919 desligamentos.
Ferraz de Vasconcelos e Salesópolis fecham a lista com saldo positivo. Em Ferraz, foram 568 contratações, contra 551 demissões, saldo de 17. Já em Salesópolis foram 40 admissões e 36 desligamentos, saldo de quatro empregos gerados.
Ministro
De acordo com o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, é o terceiro melhor mês do ano na geração de empregos formais. “Isso é fruto de grande esforço da sociedade e do governo do presidente Jair Bolsonaro, que manteve uma disciplina fiscal importante, que manteve um processo de simplificação, desburocratização, digitalização do governo, revisão de normas regulamentadoras, de simplificação e condensação da legislação trabalhista infralegal. Tudo isso com objeto de simplificar, facilitar e permitir que as empresas brasileiras, os empregadores brasileiros, pudessem a cada dia ter mais tranquilidade para trabalhar e ter a condição de fazer seu negócio prosperar”, disse durante coletiva.