O Alto Tietê criou 1.085 postos de trabalho em janeiro deste ano, aponta o novo levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Ao todo, foram 12.408 admissões, contra 11.323 desligamentos durante o período. Das dez cidades da região, seis tiveram saldo positivo e outras quatro negativo. Suzano teve o pior cenário e fechou 41 vagas de emprego.
Os dados divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Caged apontam que na liderança de criação de postos de trabalho em janeiro está Mogi das Cruzes. A cidade contabilizou saldo positivo de 532 vagas de empregos gerados, resultado de 4.559 contratações e 4.027 demissões, ambos os maiores números da região.
Poá aparece na segunda posição com a geração de 276 postos de trabalho. A cidade computou, em janeiro, 1.343 admissões e 1.067 desligamentos.
Na sequência vem Itaquaquecetuba, com a criação de 184 postos de trabalho. O dado é referente a 2.052 contratações, contra 1.868 demissões.
Santa Isabel segue a lista com saldo positivo de 79. A cidade registrou 440 admissões, mas por outro lado teve 361 desligamentos.
Na quinta posição está Biritiba Mirim, tendo gerado 70 postos de trabalho. Ao todo, foram 141 contratações em janeiro, contra 71 demissões.
Ferraz de Vasconcelos ocupa a sexta posição. O município criou 28 vagas de emprego com carteira assinada, resultado de 511 admissões e 483 desligamentos.
Na contramão, quatro municípios obtiveram saldo negativo. A primeira da lista é Salesópolis. A cidade fechou oito postos de trabalho. O dado é referente a 56 contratações, contra 64 demissões.
Outra com saldo negativo próximo é Guararema. A cidade encerrou 12 vagas de emprego com carteira assinada em janeiro, resultado de 239 admissões, contra 251 desligamentos.
Arujá e Suzano fecham a lista com saldo negativo. Em Arujá, foram 882 contratações, contra 905 demissões, saldo de -23. Já em Suzano foram 2.185 admissões e 2.226 desligamentos, tendo fechado 41 postos de trabalho.