O Alto Tietê registrou queda de 11 vítimas de homicídios, no período de janeiro a agosto de 2019, quando comparado ao mesmo período de 2018. No ano passado a região contabilizou 83 mortes, contra 72 nesse ano, ou seja, uma redução de 13,25%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo.
Suzano lidera, com 24 mortes em 15 ocorrências. O alto índice deve a tragédia da Raul Brasil, em março. Somente em março a cidade contou 12 vítimas, sendo que no mês a cidade registrou três ocorrências. Em 2018 a cidade contou 15 mortes no mesmo período. Um aumento de 9 homicídios.
Em seguida aparece Mogi das Cruzes, com 16 mortes em 15 ocorrências nesse ano. Em 2018 a cidade registrou 14 mortes.
Em terceiro lugar aparece Itaquaquecetuba. No ano passado a cidade liderou com 24 mortes. Em 2019 foram registradas 14 mortes em 10 casos. Uma redução de 10 homicídios.
Ferraz de Vasconcelos aparece em quarto lugar na região. Foram nove mortes em nove ocorrências. No ano passado a cidade registrou cinco mortes, também em cinco ocorrências.
As cidades de Guararema e Arujá registraram, ambas, três mortes em três ocorrências nesse ano. Guararema teve pequeno aumento, pois no ano passado contabilizou duas mortes.
Arujá por sua vez, reduziu o número. Em 2018 foram nove mortes, ou seja, uma redução de seis homicídios.
Santa Isabel também reduziu seus números. Em 2018 foram registrados sete mortes, e nesse ano desceu para dois homicídios, sendo um em janeiro e outro em maio.
Poá também reduziu, passando de cinco homicídios no ano passado, para apenas um em fevereiro desse ano.
Salesópolis e Biritiba-Mirim não tiveram registros de mortes. As cidades, que são vizinhas, passaram de uma morte cada em 2018, para nenhuma em 2019 (até o momento).