Pelo menos 28 mil pessoas foram beneficiadas com a 1ª parcela do Auxílio Emergencial 2021 no Alto Tietê. A primeira parcela foi paga no mês de abril. Em Suzano, 3.910 pessoas beneficiadas.
A cidade é a quarta no ranking, atrás de Mogi das Cruzes, liderando com 8.594 pessoas beneficiadas, seguido por Itaquaquecetuba (5.380) e Ferraz de Vasconcelos (3.996).
Ranking
O ranking segue com Poá (2.394), Arujá (1.335), Santa Isabel (1.041), Guararema (684), Biritiba Mirim (514) e Salesópolis (152). Os dados são do Ministério da Cidadania. A pasta ressalta que o número final será disponibilizado após a conclusão do processamento dos lotes (em análise) e dos pedidos de constatações.
Filas
O DS foi até a porta da agência da Caixa Econômica Federal na Rua General Francisco Glicério, no Centro de Suzano, nesta segunda-feira (3). Uma grande fila estava formada do lado de fora da agência.
Quem estava por ali pediu mais agilidade e organização no atendimento. É o caso do engenheiro Renan Silva. “Poderia ter um pouco mais de organização sim. Estou aqui há uma hora. Está como era antes. Só chega e fica na fila esperando. É uma fila para todos os assuntos e acaba tendo mais aglomeração”, disse o engenheiro.
Alexandre Oliveira Simões pede por um atendimento mais ágil e organização ao passarem informação para o público. “As informações são diferenciadas. Poderia fazer uma visita aqui, conhecer os problemas de cada um para acelerar o serviço. Muitas vezes ocorre, outras não”, opinou.
O porteiro Genivaldo Alves de Oliveira encarou a fila outras vezes. Segundo ele, a situação era semelhante. “Todo dia é isso aqui. É mesma coisa. Não muda. Precisa vir cedo para pegar fila pequena, do contrário fica difícil”, contou o porteiro.
Agência
Perto da agência trabalha o comerciante Alessandro Elias. A fila chega a passa em frente ao seu estabelecimento. A situação, para o comerciante, é uma falta de respeito com a população.
“A pessoa não vem para a fila por querer. O auxílio é pouco e vem aqui pegar uma fila desse tamanho? É uma falta de respeito com o cidadão”, disse Elias.
A situação é vivenciada todos os dias. “É muito difícil de vir aqui e não ter uma fila dessa. Sempre falo para deixarem a frente livre para eu conseguir atender”, finalizou.