A Secretaria de Meio Ambiente de Suzano monitora mais de 200 pontos da cidade, após sofrerem crimes ambientais. De acordo com a pasta, o distrito de Palmeiras é o principal foco. O trabalho é realizado em conjunto com a Polícia Militar Ambiental, a Guarda Civil Municipal (GCM) e o setor de Fiscalização e Posturas. Em relação a licenciamento de áreas, atualmente a pasta recebe aproximadamente 15 pedidos por semana.
Durante participação ao vivo no programa DS Entrevista, o secretário de Meio Ambiente de Suzano, André Chiang, disse que todos os pontos recebem monitoramento. "Tanto a Fiscalização e Posturas e a GCM receberam treinamento ambiental para trabalhar nestes tipos de casos. Em Palmeiras, principalmente no fim de semana, o trabalho é intensificado. O distrito tem o maior índice de crime ambiental", comentou.
Já sobre o licenciamento de áreas, o secretário falou que cerca de 15 pedidos são feitos semanalmente. Segundo ele, a pasta teve que se reinventar para atender as demandas. "Brinco que somos uma mini Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Isso porque somos licenciadores municipais de baixo impacto, ou seja, licenciamentos, por exemplo, movimento de terra. Contudo, precisa-se ter todo um trabalho por trás, ainda mais com essa demanda. Toda obra, toda infraestrutura, que envolve a evolução do município, o licenciamento está lá. E é importante para o município porque atrai também investidores novos", explicou Chiang.
Ecopontos
O secretário de Meio Ambiente anunciou também que dois novos ecopontos serão inaugurados em Suzano, após o término da pandemia. Um deles ficará no Jardim Dona Benta, outro no Jardim Natal, além de uma Central de Triagem, que será instalada no Miguel Badra.
"Com isso, poderemos receber mais volume de reciclagens. Já contamos com os ecopontos do Parque Maria Helena e da Marginal do Una", enfatizou.
Operação Cata-Treco
André Chiang falou da Operação Cata-Treco, que atenderá mais 15 bairros até 18 de maio.
A iniciativa é responsável por percorrer a cidade recolhendo objetos que não têm mais utilidade para a população. "Tudo pode virar um novo produto. A grande vantagem é que a operação está na rua para transformar o descarte irregular em regular. Além disso, o que recolhemos é revertido em cestas básicas para famílias carentes e também vira renda para o município".