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Colunista

Como enfrentar relações perigosas

22 outubro 2016 - 07h00 Por Gabriely Machado
Como enfrentar relações perigosas

suami-cor_Não falo do livro "Relações Perigosas", do século XVIII francês, mas de um texto atual, com esse mesmo título, mas agora escrito por duas jovens senhoras: Sylvia Jane Crivella e Eliana Ovalle. Sylvia é autora de outros livros, "O Desafio de Criar Filhos", "Tempo de Pausa" e "O Encontro das Barrigas", todos de temática social e de orientação feminina. Aliás, Sylvia também já viveu na África e no Norte do Brasil, sempre desenvolvendo ações de cunho assistencial para populações carentes. Eliana, Psicóloga, formada em Liderança e Desenvolvimento Pessoal, é especializada em Programação Neuro-Linguística (PNL). Juntas apresentam o programa "Elas por Elas", na Radio Record, voltado especialmente para as mulheres. Recebi este livro da minha irmã Suara de Azevedo Rodrigues, que desenvolve um trabalho social de visão cristã, amiga das autoras desse "Relações Perigosas", que acaba de ser lançado no Rio.Creio em sua homenagem, uma personagem leva o nome Suara. Tenho a agradecer as palavras carinhosas na dedicatória da Sylvia e da Eliana. As autoras mostram que sua preocupação com a Literatura está modestamente na vontade defazerem contação de história como uma linguagem para seus relatos. Esão boas nisso. Elas tomam exercício de narrativa, com qualidade, criando, senão um romance, um conjunto de quatro breves novelas, com nomes das quatro estações, nos capítulos montados em crônicas, relatos literários mais livres. O que demonstra criatividade artística também. Mas querem mais, tem um fim social, formador, uma finalidade cristã de ajudar o ser humano, em destaque, às mulheres. Visam orientar, numa época de facilidades nas relações especialmente entre homens e mulheres, afim de evitar o abuso, a exploração de um pelo outro. O tema desenvolvido, especialmente na questão da liberdade sexual, real em nosso País, leva as Autoras o tomarem como ponto fulcral,neste tempo de extremos desgastes, particularmente das mulheres, ainda mais frágeis na nossa sociedade. Relevo ainda os dois Prefácios: o de Maria Araujo,Artista Plástica reconhecida, nacional e internacionalmente,que vê a temática do livro com ampla sensibilidade, reconhecendo o ponto chave da facilidade de leitura do texto na busca do seu entendimento e apreciação. O segundo Prefácio, de Luciana Jacques,destacao livro como de abordagem acessível e pertinente, importante, neste nosso momento, numa visão bem de acordo com sua formação em Psicologia. Destaco ainda o Comentário (Posfácio?) de Lúcia Helena Assis Abdalla, também Psicóloga, que trata igualmente da temática como um instrumento de convite às pessoas que reflitam sobre suas relações pessoais. Leiam!