Quando acontece a vitória, é sempre necessário parabenizar o vencedor.
Ashiuchi foi o vencedor nas eleições municipais, não obstante a alta porcentagem dos eleitores insatisfeitos. Agora o novo prefeito deverá estar junto do povo.
É preciso romper os limites do espaço fechado de seu gabinete e conhecer as reais situações em que o povo vive e sofre no centro e nos bairros. Caminhar junto ao povo e sentir, como diz o Papa Francisco: “O cheiro das ovelhas”. Não me faço de pregador ao dizer que a política é uma missão com uma clara visão dos valores humanos, sociais e técnicos.
Ashiuchi deverá ser capaz de dinamizar a vida da cidade, de forma mais viva e atraente e dando maior visibilidade ao trabalho administrativo e social.
Prometeu a participação de mais técnicos na sua gestão e por isso deverá resistir aos que querem se apossar da máquina administrativa por interesses políticos, tornando a prefeitura um feudo de grupos lobistas. No Brasil, tem aqueles que querem fazer uso político do antigo ditado: “É dando que se recebe”, com o intuito de receberem cargos, secretarias e diretorias, ou ganhar contratações promovidas pelo governo, per terem sido aliados e apoiadores da campanha eleitoral.
As consequências dessa posse, são a extorsão, o suborno, a troca de favores que geram escândalos e transformam os políticos em donos da República dos bens públicos.
Se este jogo político do “É dando que se recebe” continuar, não somente serão vãos os discursos, as declarações dos governos, federal, estadual e municipal, mas aumentará o já desalentador clima de desconfiança que paira sobre os políticos.
As atitudes de um bom prefeito, as vezes, lhe custam a perda do apoio dos parlamentares, porém, ao superar os jogos astutos e obscuros dos interesses de poder, terá o apoio do povo. Somente quem dá testemunho de pertencer à comunidade com uma intensa convivência humana e fraternal, poderá ter uma alma política.
Não basta o corpo a corpo dos candidatos durante a campanha eleitoral e logo em seguida se fechar numa organização de serviços burocráticos e financeiros.
Ashiuchi foi eleito para ser o prefeito do povo e não de grupos políticos. Foi eleito para fortalecer a instituição democrática e a administração pública com honestidade e competência, limpando qualquer sombra de sujeira.
A votação que elegeu Rodrigo Ashiuchi como prefeito de Suzano, veio do consentimento e da confiança do povo e também da classe média e média alta. Os eleitores batizaram um novo Administrador municipal sem antecedentes em cargos políticos. Que o sonho sonhado do novo prefeito para o povo sofrido, mas cheio de confiança, se realize pela esperança e expectativa do povo e de quantos votaram nele.
Seus pais, Celia e Katuya Ashiuchi, idealizaram para Rodrigo um futuro excelente e promissor. Desejamos a ele, que está recém- casado com a Larissa, que mantenha o padrão dessa excelência familiar e agora também política, como novo prefeito de Suzano.
Em todos os cantos da cidade há sonhos teimosos para ver ela crescer com novas realizações. Que Rodrigo, caminhando de mãos dadas com o povo quer pelo centro como também pelos bairros, siga o seu caminho sorridente e de cabeça erguida, declarando não apenas o seu amor pela cidade, mas comungando com os reais desafios do território suzanense.