Público esta matéria para falar sobre a histórica atuação sociopolítica do inesquecível Dr. Estevam Galvão de Oliveira, falecido aos 29 de junho de 2024, casado com a professora Viviane Domschke e também para destacar a prestigiosa personalidade de Dr. Mori falecido há poucas semanas, em 14 de junho aos 96 anos, casado com Dona Kyoko falecida ao 1º de julho 2006.
A graça da existência dessas personalidades citadas no início dessa minha matéria é tão grande, em sua essência de vida e de serviços, lutas e conquistas que nos dão uma grande lição. O Dr. Estevam e Dona Viviane vivenciaram 55 anos de vida matrimonial. A vida matrimonial de todo casal, vivida no espaço pequeno ou grande, humilde ou deslumbrante do lar é feita de gestos de acolhida e de partilha, de confiança e de esperança, sem se cansar de dar sentido pleno à vida conjugal, social e profissional. Estevam e Viviane conseguiram este objetivo com uma fecunda vida conjugal e social.
O Dr. Mori falecido há poucos dias perdeu a esposa Kyoko em 1º de julho de 2006.
O amado esposo ficou tão sozinho para enfrentar a lida, chorando junto à tumba fria no cemitério em São Paulo, onde eu estive para acompanhar e rezar no sepultamento da sua querida esposa.
Deus levantou o coração do Dr. Mori, transformando o seu pranto em alegria, pelos numerosos serviços prestados na Colônia Japonesa e na cidade de Suzano, como médico e como político, por ter sido vice-prefeito, num dos mandatos do Dr. Estevam Galvão de Oliveira.
O trabalho não assustou os dois homens e as duas mulheres. Era tempo para sonhar, mas também para realizar grandes feitos em prol da população.
Obrigado Dona Viviane. Do quarteto, a senhora ficou para continuar a levantar novas ações sócio-políticas e ambientais.
Sei que está um pouco mais velhinha, mas a vejo como jovem em seu escritório ou melhor dizer, no antigo escritório do Dr. Estevam, e de tudo para todos quer contar a valiosa caminhada de seu marido e contar os projetos que de agora em diante o seu coração vai ditando.
Tenho certeza de que a sua obra de educar tantos alunos foi uma dádiva inesquecível, algo essencial, um serviço honrado com toda a nobreza da sua alma. Obrigado Viviane, por ter feito muito mais do que a vontade de seu marido e de suas filhas netos e genros pediam.
Ao deixar o ensino a senhora entrou na política: ficou ao lado do seu marido por quatro mandatos como Primeira-Dama e como vice-prefeita ao lado de Paulo Tokuzumi por um mandato.
O “fim” dos serviços a serem oferecidos à população não é a palavra final. A senhora traz o entusiasmo de perseverar no serviço e o dever de construir o que ainda não foi construído e realizado. Surpreende um casamento mantido ao longo de 55 anos, e surpreende ainda mais, a ação divina, que ajudou o casal a viver uma a vida marcada pela fé no Senhor Jesus Cristo.


