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Para Borges, piscinão foi responsável por evitar enchentes em Poá na segunda

18 maio 2016 - 08h01 Por Gabriely Machado
Para Borges, piscinão foi responsável por evitar enchentes em Poá na segunda

 Durante vistoria às obras do Piscinão de Poá, ontem, que está em construção na Vila Romana, o prefeito Marcos Borges (PPS) atribuiu ao local a responsabilidade por não ter havido ocorrências de enchentes na cidade na segunda-feira, quando temporal atingiu a região e deixou estragos nas cidades (veja mais no caderno Cidade). O Piscinão atualmente tem 60% das obras concluídas e servirá para conter água da chuva, a fim de prevenir enchentes no município. Borges afirmou que com o avanço da obra, a população já teve uma resposta positiva. Ainda segundo o prefeito, o objetivo continua sendo concluir a obra, porém frisou que com os serviços contínuos para cumprir o cronograma de trabalho para que o piscinão fique pronto em dezembro, demonstraram resultados, isso, porque a fase de escavação adiantada, permitiu em certo trecho do reservatório ter alcançado 10 metros de profundidade, dos 14 metros total que terá. "O piscinão já suportou a água oriunda da forte chuva de ontem (segunda-feira), e deu tranquilidade aos munícipes e a cidade que não sofreu consequências", disse. Acompanhado dos secretários municipais Paulo Silas Dornelas (Obras), Ezequiel Jacinto (Serviços Urbanos), e os vereadores Diogo Reis da Costa (Pernoca) e Luiz Antônio Soares de Oliveira (Tonho de Calmon), o chefe do Executivo poaense também constatou que os operários continuam em ação para finalizar a obra que está em 60% executada. A água da última chuva que ficou retida no piscinão será retirada por meio de bombas. Reservatório O piscinão, assim que estiver pronto terá capacidade para 200 milhões de metros cúbicos (m³) de água, com 14 metros de profundidade e cerca de 350 metros de extensão. Uma etapa extensa e importante, já foi concluída, que foram as chamadas paredes de contenção. Agora a fase de escavação deve seguir de dois a três meses e por dia na execução deste serviço, 35 caminhões fazem 10 viagens para a retirada de terra, que é destinada, conforme informação da empresa responsável pela execução da obra, ao local específico chamado de 'bota fora' e que possui licenciamento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). As próximas fases da obras serão a construção da casa de bombas, que abrigará seis bombas e a concretagem.