A Secretaria da Mulher de Poá e a Associação Comercial e Industrial de Poá (ACIP), firmaram um Termo de Cooperação para auxiliar as mulheres vítimas de violência doméstica. O objetivo da parceria colaborativa é assegurar um atendimento qualificado e humanizado, kits e recolocação no mercado de trabalho às vítimas poaenses. Segundo o prefeito de Poá, Gian Lopes (PR), a parceria vai fortalecer as ações institucionais da Secretaria da Mulher e ao mesmo tempo iniciar na cidade, junto aos comerciantes, uma campanha para divulgar a necessidade das doações para ajudar as mulheres que sobrem violência . “A atitude louvável da ACIP demonstra como a instituição é sensível a uma triste realidade registrada na cidade. No entanto com o trabalho conjunto com a administração municipal poderemos mudar esta realidade”, comentou o prefeito ao lado de seu vice Marcos Ribeiro da Costa, o Marquinhos Indaiá, dos secretários municipais de Governo, Augusto de Jesus e da Mulher, Jeruza Reis e do presidente da ACIP, Francisco Quintino. O presidente da ACIP ressaltou que a associação vai realizar uma divulgação para sensibilizar os comerciantes e empresários sobre a necessidade de ajudar as mulheres vitimizadas. Ele acrescentou que a a sensibilização dos associados é importante, na tentativa de conseguir também a “reserva” de vagas emergenciais no mercado de trabalho para os casos “mais gritantes”, em que a mulher, verdadeiramente, necessite de um emprego para gerar renda para sua família, "saindo do julgo do companheiro agressor". Sobre a campanha de divulgação, inicialmente terá duração de um mês, porém poderá ser prorrogada. A secretária da Mulher, Jeruza Reis, explicou que a ajuda colaborativa para as mulheres ainda contemplará kits para bebês, crianças e para as poaenses vítimas de violência doméstica. “Da mesma forma o resgate da autoestima e dignidade, tendo a possibilidade de serem recolocadas no mercado de trabalho da iniciativa privada, com a reserva de vagas emergenciais”. números De acordo com dados da Secretaria da Mulher, a pasta atendeu 63 casos de violência doméstica (tanto agressão física e quanto psicológica), neste ano. Destes, apenas 12 efetivaram Boletim de Ocorrência e estão sendo monitorados com a visita da Assistente Social.