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Editorial

Operação Maria da Penha

19 agosto 2021 - 05h00 Por Gabriely Machado
Operação Maria da Penha

Mais uma importante iniciativa, que deve chegar aos municípios do Alto Tietê, acaba de ser lançada no País com objetivo de proteger as mulheres da violência doméstica.
O governo federal iniciou a Operação Maria da Penha, com o objetivo de enfrentar a violência doméstica contra a mulher e aprimorar o sistema de proteção às vítimas.
Uma medida extremamente importante para garantir mais segurança às mulheres de todo o País.
Os números da violência contra a mulher mostram que as autoridades devem se preocupar com toda a situação.
De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, de 20 de agosto a 20 de setembro diferentes instituições no âmbito federal e estadual vão promover ações para qualificar o atendimento às vítimas, reforçar o cumprimento de medidas protetivas, além de conscientizar a população sobre a importância de denunciar as agressões.
Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Maria da Penha conta com a participação do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos; das secretarias de Segurança Pública dos estados e Distrito Federal; do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares do Brasil (CNCG); do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Segundo o governo federal, essa é uma ação inédita que reúne diferentes atores de todo o País para aprimorar o sistema de proteção à mulher. 
A Operação Maria da Penha traz um olhar do Estado no enfrentamento à violência doméstica de forma a trazer eficiência ao trabalho, prevenindo a ocorrência desse tipo de crime, encorajando as pessoas a denunciar e diminuindo o tempo de resposta e punição aos agressores.
A Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública fará integração entre os atores envolvidos e o acompanhamento dos indicadores da operação.
De acordo com o ministério, uma das ações é a melhoria, a qualificação e a padronização do atendimento às vítimas via ligação para o telefone 190. O CNCG sugeriu às polícias militares a adoção de um protocolo de atendimento à ocorrência policial de violência doméstica e familiar contra a mulher, que conta com etapas e procedimentos específicos para as ocorrências.
A medida é importante deve ser fortalecida e chegar o mais rapidamente aos municípios de todo o País.