O DS vem acompanhando a geração de empregos nos municípios do Alto Tietê, sobretudo, por conta da pandemia da Covid-19.
A recuperação da economia é agora um dos objetivos. A política de geração e abertura de postos de trabalho têm sido uma dinâmica por parte das prefeituras.
As parcerias com o Estado também contribuem. Ontem, o governador João Doria anunciou que as contratações formais registraram crescimento de 6,8% no Estado de São Paulo em 2021.
Só para se ter uma ideia, de acordo com o boletim Seade Trabalho, foram criados 814 mil empregos formais de janeiro a dezembro de 2021, resultado da ampliação das atividades em todos os setores.
As informações do portal do Governo do Estado mostram que neste período, foram 6,8 milhões de novos contratados, contra 6 milhões de desligamentos, resultando em crescimento de 6,8%. O Estado respondeu por 30% do total de empregos formais criados no Brasil em 2021 (2,7 milhões, com aumento de 7,1%).
A taxa de crescimento de 6,8% das contratações formais no Estado de SP aumenta a esperança na continuidade do crescimento da empregabilidade no Estado. Os dados indicam, também, que São Paulo começa bem 2022, pelos dados do mês de janeiro.
A geração de empregos é importante para reforçar a economia de uma cidade.
Em São Paulo, por exemplo, o desempenho supera o crescimento desde 2019, período pré-pandemia. Naquele ano, foram realizadas 4,9 milhões de novas admissões, contra 4,7 milhões de desligamentos, resultando em um saldo de 184,1 mil novas contratações, com variação de 1,5%. Em 2020, as admissões chegaram a 5,2 milhões, enquanto os desligamentos corresponderam a 5,3 milhões, com saldo de 104 mil postos de trabalho a menos, ou variação de -0,9%.
Os resultados mais expressivos de 2021 ocorreram na capital, com o acréscimo de 337 mil novos empregos formais, seguida pelos demais municípios da região metropolitana (147 mil) e as regiões administrativas de Campinas (119 mil) e Sorocaba (39 mil). Somadas, estas regiões foram responsáveis por 79% do emprego gerado no Estado.
No último mês de 2021, o emprego formal diminuiu 0,8%, o que é usual para esse período do ano. Tal decréscimo decorreu da estabilidade no comércio e de quedas no setor de serviços (-56 mil), na indústria (-26 mil), na agropecuária (-14 mil) e na construção (-9 mil). O número de empregos formais no Estado de São Paulo é estimado em 12,8 milhões.