Criado em dezembro de 2000 pelo Governo do Estado de São Paulo, o Programa Bom Prato tem como objetivo oferecer para a população de baixa renda refeições saudáveis e de alta qualidade a custo acessível, servindo diariamente mais de 114 mil refeições.
Desde a inauguração do programa, foram servidas mais de 224 milhões refeições e investidos mais de R$ 661 milhões entre custeio das refeições, implantação e revitalização das unidades (dados atualizados em 09/2019). O subsídio governamental é de R$ 5,10 para adultos e de R$ 6,10 para crianças com até 6 anos, que têm a refeição gratuita.
Nesta semana, o Estado deu início à implantação de mais uma unidade do Bom Prato em Mogi das Cruzes. Com investimento de R$ 1 milhão, o restaurante deverá servir 1,1 mil refeições diárias (300 cafés da manhã e 800 almoços).
O Bom Prato é, sem dúvida, muito importante. É o pronto-socorro da fome. Aquelas pessoas que mais precisam podem se alimentar no Bom Prato.
Na região, o Bom Prato Mogi das Cruzes II, que será instalado no distrito de Jundiapeba, será administrado pela Associação Mogiana de Ações para Cidadania (AMAC). A Prefeitura de Mogi das Cruzes será responsável pelas obras de adequação do imóvel e o Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, irá investir R$ 1 milhão na compra dos equipamentos para a implantação do restaurante.
A atual gestão inaugurou seis unidades do Bom Prato: Presidente Prudente, São Bernardo do Campo, Cubatão, Cidade Dutra, Itapevi e Francisco Morato, atingindo a marca de 61 restaurantes em todo o estado de São Paulo. O investimento de R$ 11,8 milhões foi utilizado para a revitalização de todas as unidades, com destaque para a instalação de ar condicionado climatizado, além de pintura, troca de piso, manutenção de fachadas e troca de equipamentos.
Durante visita a Mogi das Cruzes, o Governador também liberou R$ 17,2 milhões em três convênios com a Prefeitura para investimento em infraestrutura urbana. A cidade será contemplada com R$ 15 milhões para pavimentação de vias urbanas de terra, por meio do Programa Nossa Rua, R$ 2 milhões para reforma e ampliação de Unidade Básica de Saúde e R$ 250 mil para obras de calçadas acessíveis, no âmbito do Programa Cidades Acessíveis.