Uma nova eleição se aproxima. O Brasil vai escolher, no dia 2 de outubro, os seus representantes para as Assembleias Legislativas estaduais, para a Câmara Federal, Senado, governo estadual e presidente da República. Este, provavelmente, sendo decidido no dia 30 de outubro, quando será realizado segundo turno.
É importante a garantia da democracia, independentemente dos resultados registrados nesses dois dias.
Tanto a população, que deve exercer sua cidadania e ir votar, quanto os políticos reconhecerem os desfechos que os brasileiros escolherem.
Em ação especial para defesa da democracia o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia, recebeu na manhã desta sexta-feira (19) representantes de partidos políticos e candidatos ao governo do estado de São Paulo, convidados a firmarem o Compromisso pela Democracia, para redução dos efeitos nocivos da disseminação de desinformação que atente contra a democracia e a Justiça Eleitoral.
Estiveram presentes os candidatos a governador Rodrigo Garcia, da coligação São Paulo pra Frente (Federação PSDB e Cidadania, Avante, MDB, Patriota, União, Podemos, PP e Solidariedade), Tarcísio de Freitas, da coligação São Paulo Pode Mais (Republicanos, PL, PSD, PTB, PSC e PMN), Altino de Melo Prazeres Júnior (PSTU), Antônio Jorge Filho (DC), Lúcia França (vice da Federação Brasil da Esperança PT/PCdoB/ PV), Vinícius Lazzer Poit (Novo), e os representantes Vivian Mendes (UP), Renan Lira da Silva (PCB).
De acordo com o presidente do tribunal, com o acordo firmado os candidatos assumem o compromisso em apoio ao processo eleitoral e ao sistema eletrônico de votação brasileiros. “É um incentivo à realização das eleições sem utilização de informações cuja veracidade não seja verificada e sem ataques sem provas ao sistema eleitoral de votação eletrônico. É um enaltecimento ao nosso sistema”.
Além do compromisso com a democracia, é importante que a sociedade fique atenta as famosas “fake news”. As notícias falsas, apesar de não serem um crime prescrito em lei, é antiétito e imoral, além de influenciar na decisão dos eleitores.
Por isso, além do compromisso com a democracia, as instituições brasileiras, como Congresso e Judiciário, precisam ser protegidas. Daí a importância dos políticos respeitarem o que for apurado pelas urnas. Equipamentos 100% protegidos e que garantem a seguridade do voto.