Autoridades de saúde buscam reforçar as medidas de prevenção contra a varíola dos macacos.
Na cidade de São Paulo, por exemplo, a Secretaria Municipal da Saúde definiu medidas sanitárias para prevenção e controle da varíola dos macacos em estabelecimentos de prestação de serviços, como restaurantes, supermercados, salões de beleza, academias, hotéis e motéis.
O protocolo traz ainda orientações sobre identificação, isolamento e rastreamento de contatos. A recomendação é que as medidas já adotadas durante a pandemia de Covid-19, como uso de máscara, higienização frequente de superfícies, disponibilização de recipientes com álcool em gel 70% ou de pias com água e sabão para lavagem das mãos, sejam reforçadas.
O comitê técnico operacional para o enfrentamento da doença também está dialogando com a Secretaria Municipal da Educação e com o Governo do Estado para determinar os protocolos sanitários a serem seguidos pelas escolas.
No Alto Tietê, todas as cidades se reforçam em busca de tentar barrar o surgimento de novos casos.
Em São Paulo, as equipes técnicas da Prefeitura avaliam e monitoram atentamente o cenário epidemiológico da varíola dos macacos na cidade elaborando estratégias assertivas e eficazes de controle da doença, assim como foi feito com a Covid-19.
A rede municipal está com toda a operação de atendimento, diagnóstico e monitoramento em pleno funcionamento para o enfrentamento da monkeypox (varíola dos macacos).
De acordo com a Secretaria de Saúde, com o registro dos primeiros casos no mundo em maio, foram deflagrados alertas para a rede municipal, com orientações para busca ativa e monitoramento de casos suspeitos nos serviços de saúde. Posteriormente, foram adotadas outras medidas para conter a disseminação do vírus, como elaboração de fluxograma de atendimento, protocolo de assistência laboratorial e capacitações.
O primeiro caso da doença na cidade de São Paulo foi registrado no dia 9 de junho. Até ontem, o total de pacientes confirmados era de 1.912, de acordo com o Boletim Monkeypox da Secretaria de Saúde do município. O atendimento para os casos suspeitos de infecção é realizado em toda a rede municipal de saúde, como UBSs, pronto-socorro e prontos atendimentos da capital.
As cidades da região seguem também na tentativa de monitorar e buscar medidas eficazes de combate à doença.