Quando se fala em Saúde, em debates políticos, muito de discute a abertura de postos de saúde, Unidades de Pronto Atendimento (UPA), hospitais regionais, medicamentos, mais leitos. Se fala muito, mas mais em segundo plano, da saúde animal, como vacinas contra doenças e mutirão de castração.
Mas pouquíssimo se fala na saúde psicológica da população.
Até mesmo a população não vê essa pauta como uma questão importante.
A sociedade não tem o mínimo conhecimento sobre a importância da psicologia e que uma hora por semana ou a cada quinze dias poderia ajudar muito em questões pouco faladas, como ansiedade, estresse e depressão.
No último domingo o DS trouxe extensa reportagem sobre o assunto e constatou que as cidades da região têm políticas públicas voltadas para ajudar pessoas que sofrem com depressão, por exemplo.
Infelizmente é pouco debatido a importância da psicologia. E mesmo assim a demanda para os atendimentos é alta e há poucos profissionais.
Um índice inédito, que vai medir a saúde mental dos brasileiros, identificou, em sua primeira edição, lançada no último dia 4, que a sanidade mental é mais atingida em mulheres, pessoas trans, jovens e entre os desempregados.
Foram realizadas pesquisas, com base em questionários usados internacionalmente, com 2.248 pessoas, de 746 municípios de todas as regiões do país, nos meses de janeiro e fevereiro deste ano.
Na região há medidas para ajudar quem está com depressão. Em Suzano, por exemplo, é adotada Atenção Psicossocial como uma política pública. O cuidado em saúde mental é voltado para todas as pessoas em sofrimento e/ou com transtorno. O tratamento da depressão está contemplado dentro desta política pública e é iniciado na unidade da Atenção Básica mais próxima da residência.
Ao passar na unidade e identificado o sofrimento mental e/ou transtorno mental, no caso depressão, a pessoa é direcionada para atendimento psicológico no próprio equipamento municipal.
“Se avaliada a necessidade de acolhimento psiquiátrico, o paciente é encaminhado para a unidade mais próxima do território”.
Além de atendimentos especializados, o município também oferece as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) como coadjuvante aos tratamentos ou como oferta de cuidado para os casos leves.
É muito importante que medidas de ajuda e prevenção, e mesmo conscientização, sejam realizadas.