Informações da Agência Brasil mostram que o Programa Nacional de Imunizações do Brasil é o maior do mundo, uma referência até mesmo para países desenvolvidos.
Aplicar centenas de milhões de doses de vacinas por ano em mais de 5 mil municípios é um marco, um recorde na esfera mundial.
E os municípios acompanham esse trabalho. Em todo o Alto Tietê, o DS acompanha a vacinação de diferentes tipos de vacinas.
As prefeituras realizam campanhas e seguem cumprindo metas propostas pelo Ministério da Saúde.
Fazer tudo isso de forma gratuita e segura foi o que tornou o Programa Nacional de Imunizações do Brasil o maior do mundo e uma referência até mesmo para países desenvolvidos.
Há 50 anos, o PNI cumpre a ambiciosa missão de vacinar uma enorme população dispersa num território continental chamado Brasil, profundamente marcado pela diversidade de culturas e cenários, e também pela desigualdade de condições de vida. Ao longo do mês de setembro, a Agência Brasil vai relembrar as conquistas dessas cinco décadas, discutir os desafios do futuro e destacar a importância das vacinas para a saúde coletiva do povo brasileiro e da humanidade.
Apesar de ser considerado o maior programa de vacinação público e gratuito do mundo, com 20 vacinas que eliminaram doenças importantes como a poliomielite, o tétano neonatal e a rubéola congênita, o programa completa meio século de vida lutando para reverter retrocessos que levaram as coberturas vacinais de volta aos níveis dos anos de 1980. Pesquisadores veem com otimismo o novo momento vivido pelo programa, mas apontam que há um longo caminho a ser percorrido.
O trecho, retirado do livro comemorativo dos 30 anos do PNI, organizado pelo Ministério da Saúde, deixa claro o destaque internacional do Brasil no setor de imunizações. O ano era 2003, e a imunização no país exibia elevados percentuais ano após ano, o que levou à eliminação do tétano neonatal, da rubéola congênita e do sarampo do país nos anos seguintes. Desde 2015, porém, uma queda considerável na busca pela vacinação fez com que o país revivesse o medo de doenças que ele já tinha vencido: o sarampo retornou em 2018, e a volta da pólio é considerada uma ameaça de alto risco. Realmente os desafios são grandes, mas a eficácia do programa tende a manter o sucesso da vacinação no País.