Municípios do Alto Tietê, com apoio do Estado, estão engajados em reforçar as ações de combate à dengue.
Desde o início de 2024 até agora, foram notificados mais de um milhão e duzentos mil casos prováveis da doença no País, principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Nesta semana, Suzano, por meio do Setor de Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde de Suzano intensificou suas ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti. Uma equipe de 15 profissionais realizou nesta segunda-feira (17/02) uma ação porta a porta na rua Kaneji Kodama, no bairro Vila Figueira, com o objetivo de manter os índices de contaminação pela doença controlados. O DS trouxe todos os detalhes dessa iniciativa na edição desta terça-feira.
Durante a atividade, foram distribuídos panfletos informativos aos moradores, que também receberam orientações sobre os riscos da doença e a importância de evitar água parada nas residências.
O período de maior proliferação do inseto ocorre entre o final do ano e meados de abril, devido às condições climáticas favoráveis à reprodução do mosquito. Apesar disso, Suzano conseguiu uma redução significativa de 96% no número de casos de dengue até o momento, em comparação com 2024.
A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que são causadas por vírus transmitidos por mosquitos. As arboviroses mais comuns em ambientes urbanos são: dengue, chikungunya e Zika, todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A melhor maneira de evitar as doenças é com a eliminação dos criadouros para impedir o nascimento do mosquito. Essa ação depende da ajuda de toda a sociedade.
Em Suzano, no início do ano passado, até a segunda quinzena de fevereiro, foram registrados 703 casos, enquanto em 2025 foram apenas 13, distribuídos em diferentes pontos da cidade, ao contrário do ano anterior, quando houve concentração em áreas específicas.
A prevenção continua sendo a principal arma contra a doença. Medidas simples como eliminar recipientes que acumulam água, lavar regularmente os pratinhos de plantas e vasilhas de animais, são essenciais para impedir a proliferação do mosquito.