Os pais Simone Silva da Costa e Leonel da Silva Menezes, de Itaquaquecetuba, criaram uma ‘vaquinha online’ para arrecadar dinheiro para pagar o tratamento da filha Olívia Venite Menezes, de um ano e meio, que sofre de paralisia cerebral distonal.
A meta estipulada é conseguir R$ 210 mil para um ano de tratamento.
Olívia ainda não atingiu o desenvolvimento motor, como por exemplo, segurar o pescoço da mãe quando está no colo, sentar, andar e também falar.
Para cuidar da filha, Simone se afastou da rotina de trabalho. Já Leonel é funcionário de uma livraria há quatro anos. “Infelizmente não temos condições de pagar o tratamento”, disse o pai, Leonel da Silva Menezes.
Ao nascer, Olívia precisou ficar três meses na UTI pediátrica. Quando saiu, Simone percebeu que a filha não conseguia se movimentar bem e encaminhou para o pediatra. Após uma primeira avaliação, o especialista encaminhou para o neuropediatra que, a princípio, informou aos pais que a criança sofre de paralisia cerebral distonal. O diagnóstico que foi confirmado no último mês de agosto. Ficou constatado que a menina tem uma lesão grave no cérebro, causada por uma falta de oxigenação ao nascer e que tinha poucas chances de restabelecer e andar.
O parto foi prematuro e a mãe sofreu Síndrome de Hellp, uma complicação na gravidez que é caracterizada principalmente por hemólise, enzimas hepáticas e um baixo número de plaquetas.
Desde então passou a realizar tratamentos fisioterapeutas tradicionais pelo SUS, em Itaquaquecetuba, município onde a família reside, porém: “Mas é só duas vezes por semana, meia hora cada sessão” falou a mãe. “Com o dinheiro arrecadado da vaquinha, até o presente momento, consegui dar início a sessões de fisioterapias com técnicas de especialidade fonoaudióloga e terapia ocupacional, em Mogi das Cruzes”, explicou a mãe de Olívia. Além deles, Olívia precisa realizar os seguintes tratamentos: theraisut, órtese biodinâmica theratogs, órtese plantar da SuresStepe, equoterapia e faixa nustim (para correção da rotação de joelho e quadril). Simone também inscreveu a filha na fila AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) há mais de um ano. Na ocasião, a menina era a vigésima oitava da fila.
Tanto pai, quanto a mãe acreditam na melhora de Olívia: “Creio que a última palavra é a Deus. Confio muito na melhora dela”, disse a mãe. “Nós vemos outras crianças fazendo o Therasuit e conseguindo dar os primeiros passos e isso nos dá uma esperança”, completou o pai.
O link da Vakinha é https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-a-olivia-a-andar. Qualquer valor a partir de R$ 25 pode ser arrecadado (valor mínimo estipulado pelo site).