O número de animais em fazendas supera a população humana do Alto Tietê. A região tem 1,6 milhão de pessoas distribuídas em dez cidades.
De acordo com dados recentes da Pesquisa da Pecuária Municipal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a região abriga mais de 2,2 milhões de animais criados em fazendas, um número que ultrapassa a população da região.
Esse impressionante rebanho é composto principalmente por gados, galinhas e cavalos, que totalizam mais de 1,7 milhões de cabeças. Essa quantidade supera o número de habitantes das dez cidades do Alto Tietê. Além dessas espécies, a pesquisa revelou a presença de outros animais como cabras, ovelhas, porcos e codornas.
Outros rebanhos no Alto Tietê
Além dos três principais grupos, o Alto Tietê também tem uma quantidade considerável de porcos, cabras e ovelhas, totalizando 5.339 animais. Embora seja uma quantidade menor em comparação à população da região, essa diversidade agropecuária contribui para a economia local.
Entretanto, os animais que possuem uma quantidade menos expressiva na região são os búfalos e as codornas. Somados, esses dois grupos contam com 438.153 animais, esse número só é maior em Mogi das Cruzes, com 438 mil codornas, demonstrando que a maioria ainda é composta por gado, galinhas e cavalos.
Impacto ambiental
O alto número de animais em fazendas na região traz à tona questões relacionadas ao impacto ambiental e o aquecimento global, já que a pecuária é uma das atividades que contribuem significativamente para as emissões de gases de efeito estufa.
O Alto Tietê, com seu grande rebanho, continua a se destacar como uma parte essencial do cenário agropecuário do estado de São Paulo. No entanto, o equilíbrio entre o crescimento da e a preservação ambiental é uma preocupação que deve ser levada em consideração no desenvolvimento futuro da região.