A Região do Alto Tietê teve uma ligeira alta de 0,85% nos casos e 0,18% nas mortes por Covid-19, considerando os dados do fim de agosto. A tendência de alta nos casos é compartilhada por parte dos estados brasileiros, incluindo o Estado de São Paulo.
As informações são da Câmara Técnica de Saúde do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat)
De acordo com dados da Fundação Seade, a região contabilizou, desde o início da pandemia de Covid-19 até o momento, 295.292 casos da doença e 12.114 óbitos em decorrência do coronavírus.
A Câmara aponta que no caso do Estado de São Paulo, os casos estão concentrados, em especial, no público adulto.
A recomendação é que as pessoas que ainda não tomaram a dose da vacina bivalente contra a Covid-19, que tem registrado baixa cobertura, procurem as unidades de saúde para se imunizar.
Em caso de doenças respiratórias a orientação é que as pessoas utilizem máscara para evitar a disseminação do vírus, mas não há no momento sinalização para o retorno da proteção de forma geral para a população.
Estudo
Um estudo sobre a efetividade da vacina monovalente original contra a covid-19 comprovou uma recomendação já divulgada e defendida por especialistas em imunizações e pelo Ministério da Saúde, mas ainda não seguida por parte dos residentes no Brasil: a dose de reforço é essencial para se proteger contra a doença.
A estimativa é que 84% da população no país ainda não recebeu uma dose de reforço da vacina monovalente ou bivalente contra a covid-19.
Para os pesquisadores, apesar de relevante, a proteção de duas doses de vacina monovalente original da Pfizer/BioNTech é de curta duração contra a covid-19 sintomática causada pela variante Ômicron. Conforme o estudo, a efetividade da vacina monovalente original da Pfizer/BionNTech contra infecção sintomática pela variante é de 54%.
A potencial proteção das duas doses contra as variantes Ômicron BA.1 e BA.2 alcança 58% e 51%, respectivamente.
Mundo
Cerca de 1,5 milhão de novos casos de covid-19 foram registrados em todo o mundo entre 10 de julho e 6 de agosto – um aumento de 80% em relação ao período anterior. Durante os mesmos 28 dias, o vírus causou ainda 2,5 mil mortes – uma queda de 57% em relação ao período anterior. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS).