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Região

Bispo pede 'momento de reflexões' durante Campanha da Fraternidade

Campanha começou na Quarta-feira de Cinzas (14) e segue em todas as paróquias das cidades da região

18 fevereiro 2024 - 16h00 Por Gabriel Vicco - de Suzano
A Campanha de Fraternidade e Amizade Social teve início na Quarta-feira de Cinzas e fica intensificada até o fim da Quaresma, que se encerra no Domingo de Ramos. Este ano, o Domingo de Ramos será dia 24 de março.
 
De acordo com o bispo da Diocese de Mogi das Cruzes, dom Pedro Luiz Stringhini, a campanha tem duração do ano todo, mas é mais forte durante a Quaresma. “Isso acontece porque a Quaresma em si é um tempo forte na igreja, em geral com mais participação e grande apelo ao compromisso de solidariedade”.
 
O lema da campanha é “Vós sois todos irmãos e irmãs”. “Essa frase é tirada do evangelho de São Mateus, no capítulo 23, quando Jesus lembra a seus discípulos que um é o pai, que é Deus, um é o mestre, que é Cristo, e ‘vós sois todos irmãos, não sois mestres uns dos outros, patrões uns dos outros’. Por mais que tenhamos todas as funções, somos todos irmãos. Essa é a tônica da Campanha da Fraternidade deste ano”, explica o bispo.
 
Na visão da igreja, de acordo com dom Pedro, a realização da Campanha da Fraternidade, que completa 60 anos em 2024, é um modo prático, concreto e social de celebrar a Quaresma, que é um tempo de conversão do coração e de conversão para a fraternidade.
 
O objetivo da campanha é enriquecer o tempo da Quaresma trazendo um tema social e humano. “Já tivemos educação, saúde, trabalho, indígenas, economia, ecologia, etc. Esse ano é fortalecer a amizade entre as pessoas e reatar os laços familiares e sociais que foram rompidos”, conta o bispo.
 
Dom Pedro Luiz explicou as principais ações realizadas pela igreja no período da Campanha de Fraternidade. “Reflexões nas igrejas, escolas, câmaras municipais, grupos diversos; Coleta da Solidariedade nas igrejas no Domingo de Ramos; e iniciativas que levem as pessoas a se encontrar, se reunir e se confraternizar”.
 
O bispo contou que todas as paróquias da região são convidadas a fazer parte da Campanha da Fraternidade, mas nem todas fazem. “Se trata de uma reflexão abrangente. Grupos não vinculados às paróquias também são convidados a fazer”, finaliza. Atualmente, o Alto Tietê conta com 90 paróquias.

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