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Jornal Diário de Suzano - 12/12/2017
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Ângela Vieira fala sobre novela e envelhecimento

01 AGO 2015 - 08h00

 No ar em "I Love Paraisópolis", Ângela Vieira é Clarice, competente advogada criminalista que lida com filhos adolescentes. Já na vida real, comemora sua boa relação com a filha Nina (fruto da antiga união com o ator Roberto Frota), e festeja o amor maduro que a uniu a um amigo, o cartunista Miguel Paiva. Na carreira, também tem motivos para sorrir. Ex-bailarina profissional, está na televisão desde o final da década de 1970, onde se destacou em novelas como "A Idade da Loba" (1995), da Rede Bandeirantes; e "Em Família" (2014), da TV Globo. Suas conquistas vêm coroadas com beleza e pleno vigor aos 63 anos. O segredo? Fazer um conchavo com o tempo e dar "um perdido" nos problemas. Confira mais a seguir.

Como é a sua relação com o veículo televisão?

Ângela Vieira - Gosto bastante de fazer tevê. Nossa dramaturgia é muito boa e, agora, com a vinda das séries em canais fechados, ampliamos um mercado de trabalho muito interessante.

O que te move para estar quase sempre no ar, engatando várias novelas?

Ângela - É trabalhar no que tenho paixão. E fazer boas personagens onde haja a oportunidade de compor e me divertir.

Como você vê a sua personagem em "I Love Paraisópolis"?

Ângela - A Clarice é uma mulher absolutamente voltada para o trabalho, mas que ainda se preocupa com a educação dos filhos. Tinha um casamento estável, com um homem mais novo e, agora, passa por uma crise que a deixa bastante abalada. Ainda não sei se surgirá um novo amor para Clarice. Temos muita novela pela frente!

Por você ser ex-bailarina, as cenas de aulas de balé ministradas pela Isolda (Françoise Forton) às meninas carentes na novela te tocam em especial?

Ângela - Sim, a dança fez parte de minha vida durante muito tempo. E saber que esse trabalho (encenado na novela) é feito de verdade na comunidade de São Paulo, por meio do projeto social Ballet Paraisópolis, me emociona, sem dúvida.

A Clarice focou primeiro na carreira e demorou a ser mãe. Agora não tem paciência com os filhos adolescentes. Como avalia a escolha dela?

Ângela - Assim como a Clarice, muitas mulheres hoje em dia têm filhos mais tarde. Já os adolescentes são, na maioria dos casos, difíceis, independentemente da faixa etária dos pais.

Lidou bem com os dilemas juvenis de sua filha?

Ângela - A Nina teve todos os problemas que normalmente têm os adolescentes e não foi nada fácil lidar com isso. Hoje ela está com 31 anos e nossa relação é muito boa. Ouço sempre o que ela tem a dizer.

Você já disse que não adianta brigar contra o tempo, mas fazer um bom conchavo com ele. Como é isso na prática?

Ângela - É mais do que nunca cuidar da saúde com uma boa alimentação, exercícios físicos, dar muita risada e procurar, na medida do possível, usufruir do que você já plantou.

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