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Jornal Diário de Suzano - 23/11/2017
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Deborah Bloch brilha no papel da heroína Lígia em ‘Sete Vidas’

07 ABR 2015 - 08h00
Esqueça a diva que finge ter a idade que não tem. Representante de uma geração artística que dispensa truques de apelo ao glamour (o que não a impede de cuidar bem da saúde estética), Débora Bloch não espera que lhe perguntem quantos anos tem de vida. Vai logo falando de seus 51 e refuta a ideia de que "nem parece". "Parece, sim", afirma. Argumenta como quem domina os conflitos de sua atual personagem na novela das seis. Lígia, afinal, a heroína da ótima "Sete Vidas", contempla um tipo muito comum nos dias de hoje: a mulher profissionalmente bem sucedida que resolve desacelerar o ritmo do trabalho para finalmente cuidar de seus afetos pessoais, a começar por uma maternidade tardia.

Não é o caso da atriz, que começou a trabalhar aos 17 e, aos 30, quando quis ser mãe, já tinha autoconfiança para saber que carreira e filhos podem ser conciliáveis, ainda que configurem uma gincana para qualquer mulher. A conversa com a reportagem começa logo após mais um expediente nos estúdios do Projac, onde o diretor Jayme Monjardim pontua cada detalhe de uma importante sequência do enredo assinado por Lícia Manzo. "Débi", anuncia ele pelo microfone do switcher, "desculpe, vamos acertar a luz". E toca refazer a cena.

Expert desde os 18 anos nesse negócio de TV, onde "tudo é feito para te dispersar", diz, Débora faz a pausa solicitada, respira, retoma o foco e, quando necessário, pede mais um tempinho para religar o estado de atenção. "Você vai aprendendo a controlar a emoção, a que horas liga, a que horas desliga, mas isso pede muita concentração", explica.

Mais impressionante é vê-la se comover em cena e contagiar uma plateia que a conhece de outros carnavais e humores, coisa de quem sabe ir do riso às lágrimas sem perder o aplauso. Mas, avisa ela, o drama sempre pede mais tensão e acarreta em mais exaustão que a comédia. "Gosto de fazer papéis diferentes. Tenho pavor de me repetir, isso eu não quero."

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