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Jornal Diário de Suzano - 24/11/2017
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24 MAI 2015 - 08h00

Premiação em Cannes

Coprodução Brasil/ Argentina, feita pela Videofilmes, o longa Paulina, de Santiago Mitre, foi premiado na Semana da Crítica em Cannes. Feliz com a notícia, o cineasta brasileiro Walter Salles, coprodutor do filme, declarou. "A noticia de que Paulina de Santiago Mitre ganhou a Semana da Critica é uma grande alegria para o cinema latino-americano. É um tributo ao talento singular de Santiago e à atuação impressionante de sua atriz principal, Dolores Fonzi. Esse prêmio também tem uma importância simbólica num ano em que nosso cinema foi menos presente em Cannes do que poderia, e prova que a cooperação na produção entre Brasil e Argentina criada pela Ancine é um acerto”.



Ensaio nu

Bruna Linzmeyer (foto acima) prepara o seu primeiro ensaio nu feito há cerca de um mês, “Posei nua pela primeira vez e a gente escolheu não usar Photoshop. Ali é o meu corpo com manchas, dobras e estranhezas”, disse ela, em entrevista ao "Programa do Jô", prevista para ser exibida nesta quinta-feira. A atriz da Globo comentou que a publicação é uma espécie de "revista-livro" e que aceitou o convite feito pelo fotógrafo Jorge Bispo. “É uma revista limitadíssima, vão ter apenas 160 edições, em 60 páginas, que vou assinar manualmente. A pré-venda acontecerá em junho”.



De volta à Globo

Após cinco anos afastada, Solange Couto está de volta à TV Globo. A atriz assinou contrato para atuar na nova temporada em "Malhação" com estreia prevista para agosto. Em entrevista ao UOL, a atriz, que deixou a Record em 2014, conta que está muito feliz de voltar para a sua antiga casa e que ainda não sabe muitas informações sobre sua personagem.

Decisão da Justiça

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, na última quinta-feira, arquivar uma ação que acusava o ator e diretor Guilherme Fontes (foto abaixo) de improbidade administrativa, por suposto mau uso de recursos públicos captados para a realização do filme "Chatô, o rei do Brasil". Por maioria de votos, o tribunal entendeu que ele não poderia ter sido processado pelo fato de a ação não associá-lo a um agente público. O entendimento do STJ é que ações de improbidade administrativa devem ter sempre como réu pelo menos um agente público responsável pelo ato ilícito.

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