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Jornal Diário de Suzano - 22/08/2019
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Caderno D

'Marginalizada', Batalha do Escadão resiste e completa dois anos com festa

Com direito a evento especial o movimento se reunirá, no dia 3 de março, na sede do Teatro Troupe Parabolandos

Por Marcus Pontes - de Suzano08 FEV 2019 - 23h38
Gabriel Henrique, o MC GH, e Rafael Piloto participaram do programa DS EntrevistaFoto: Bruna Nascimento/Divulgação
A ‘Batalha do Escadão’ comemorou, no último sábado, dois anos de existência. Neste período, o movimento hip-hop, que acontece semanalmente às quartas-feiras, na Praça das Águas, no Centro de Suzano, resistiu à hostilidade e preconceito para mostrar a importância de um novo meio de entretenimento à população da cidade e região. 
 
E, para comemorar, os organizadores já preparam grande evento. A programação da festa ainda não foi divulgada, mas, o amante do rap/hip-hop poderá conferir a festa no dia 3 de março, na sede da Troupe Parabolandos, localizada na Avenida Antônio Marques Figueira, 570, na Vila Figueira.
 
Escadão
 
Em 2017, a batalha de rima começou a ganhar corpo após desejo de colegas em trazer ao município mais um evento cultural, em especial voltado ao gênero musical hip-hop. Os suzanenses Gabriel Henrique, o MC GH, e Rafael Piloto são os organizadores do ‘Escadão’. 
 
Durante bate-papo ao ‘DS Entrevista’, os rappers fizeram balanço positivo e, também, anunciaram projetos futuros, como a tratativa de criar a ‘Batalha das Minas’, a qual será composta exclusivamente por mulheres. E estudar projeto para criar o ‘Slam’ suzanense - campeonato de poesia falada. 
 
Para GH, o objetivo principal do ‘Escadão’ tem se concretizado dia-a-dia: a conexão de outros rappers do Alto Tietê, Capital e outros estados. “O pessoal de Itaquá e Mogi vem pra cá. O que queremos propagar é a união. É bem difícil, mas tentamos passar isso, com um fortalecendo o outro na rima ou na música”.
Piloto comentou que, para continuar existindo a ‘Batalha do Escadão’, foi preciso muita resistência deles e do público, principalmente para confrontar o preconceito existente contra o hip-hop."Era para termos parado há tempos; devido à repressão, mas mostramos a resistência. E, agora, levamos cultura hip-hop”. disse ele, que mantém grupo com outro MC da cidade, o O’New. 
 
Mesmo sem apoio do poder público, a batalha atrai semanal de 50 a 100 pessoas. O público muda conforme o evento da noite. 
 
A matéria na íntegra, pode ser acompanhada na página do Diário de Suzano no Facebook.

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