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Jornal Diário de Suzano - 22/11/2017
mrv

'Meu Passado Me Condena 2' conta história após casamento

02 JUL 2015 - 08h00

Parece a clássica piada de português. Não está no filme, e foi contada ao repórter pela diretora Júlia Rezende na rodada de entrevistas - junket, como dizem os norte-americanos - que precede o lançamento de Meu Passado Me Condena 2, que acontece hoje em Suzano. O 1 estreou em 400 salas de cinema e estourou, fazendo 3,5 milhões de espectadores. A sequência vai estreiar em 600 salas de cinema. Com o aumento de salas vem também a expectativa de mais público, mas a produtora Marisa Leão mantém os pés no chão. "O ano está bom para Hollywood, difícil para o cinema brasileiro, mas o filme e seus personagens já existem no imaginário do público e isso deve ajudar bastante."

De volta à piada, para não perder o timing, o filme passa-se em Portugal, no interior da 'terrinha'. Numa cena, Miá Mello dispara a cavalgar e, literalmente, cai do cavalo. Uma dublê (portuguesa) foi providenciada para a cena. Roda uma, duas, três vezes e não dá certo. O encarregado da produção chega para a diretora - "Cá temos um problema". Pois, pois? "A dublê sabe cair do cavalo, mas não sabe andar, não cavalga." Miá terminou fazendo a cena, a cavalgada. A dublê caiu. Júlia Rezende ficou preocupadíssima com a cena, mesmo breve. Sua irmã Maria Rezende, montadora, desempenha sua função enquanto Júlia filma. A diretora viu a montagem, aprovou. "É assim que trabalhamos. A Maria, às vezes, sugere e, trabalhando rapidamente, permite que a gente avalie o resultado", explica.

Meu Passado Me Condena. Antes de falar do 2, é bom falar da franquia. "Começamos como série na TV, houve o filme, a peça que está há muito tempo em cartaz, um livro que acaba de sair, mais TV e o 2. No 1, a aposta era se ia dar certo, a passagem da televisão para o cinema. A franquia está consolidada. Só não podemos errar. Fiz a minha parte da melhor maneira que pude", avalia a diretora. "Agora, é com eles." Eles, no caso, a produtora, sua mãe, os distribuidores e exibidores, todos com prática nessas comédias blockbusters que estouram na bilheteria (nem todas...) e deixam os críticos à beira de um ataque de nervos.

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