Motoristas, pedestres, moradores e funcionários de uma nas proximidades reclamam das condições da Estrada do Samuel, localizada ao lado da Rodovia Índio Tibiriçá (SP-31). Eles apontam buracos ao longo da via, principalmente no início da Estrada, altura do número 400, onde acontecem as obras do novo supermercado da região.
De acordo com o responsável pelo departamento de manutenção da empresa, Leandro Umiji, de 30 anos, o problema persiste há três meses no local. No começo da semana, um grande buraco se formou na pista por conta da água vinda das obras de construção. "A via nunca foi boa, mas de uns meses para cá, está em péssimo estado. Pela informação do engenheiro da obra, a água está descendo de uma mina que fica atrás do terreno do supermercado", explica. Segundo Umiji, pela Estrada passa um gasoduto, sendo necessário um estudo aprofundado sobre o local.
Para amenizar um pouco os problemas, os funcionários pediram aos trabalhadores das obras do supermercado para que jogassem pedregulhos no buraco para possibilitar o tráfego de veículos. "Estou ligando na Prefeitura há três semanas, mas nada é feito. Como vários funcionários estão reclamando, inclusive clientes e fornecedores, pedimos para o pessoal das obras jogassem pedras para minimizar os buracos", conta. O metalúrgico João Augusto de Souza, de 53 anos, conta que os problemas da via tem atrapalhado o trafego de caminhões pesados que circulam pelo local. "Vem muitos veículos pesados para a Estrada e devido ao solo fragilizado pela água, é perigoso acontecer algum acidente por ali", informa.
Apenas um trecho da Estrada é asfaltado, o restante é de terra. O DS esteve no local. Foram observados buracos no começo da via bem como na altura do número 2.360 (onde fica localizado o Centro de Formação e Lazer do Sindicato dos Metalúrgicos de Suzano). A falta de capinação é visível e pedras foram colocadas no acostamento da Estrada para evitar deslizes de terra.
A Secretaria Municipal de Manutenção e Serviços Urbanos irá enviar uma equipe para avaliar a situação e determinar quais melhorias podem ser realizadas no local. "É preciso uma avaliação de engenharia antes que qualquer medida possa ser tomada", informa.