O Brasil precisa avançar na transição energética, valendo-se de seu protagonismo em relação às fontes energéticas limpas.
São Paulo enfrentará dentro em breve fenômenos que nunca experimentou, como ciclones, de acordo com estudos do IEA - Instituto de Estudos Avançados da USP.
Tudo resulta do aquecimento global e as ondas de calor se intensificam diante do desmatamento e densa ocupação do solo para a edificação de milhares de novos edifícios.
Acrescente-se a emissão dos veículos abastecidos com os combustíveis fósseis e teremos o cenário ideal para as catástrofes. Por isso, a utilização da energia elétrica é essencial.
E o sistema BESS de abastecimento de eletricidade funciona de forma eficiente no mundo inteiro e na vanguarda está nossa amiga a China.
De acordo com a BlombergNEF, os BESS chineses custam 73 dólares por kilowatt-hora, contra uma média de 177 dólares dos europeus e 210 dólares dos americanos. Não há dúvida de que se deve preferir a China, até por motivos econômicos.
Porém, é urgente fazer com que o Brasil consiga também a tecnologia chinesa, para poder aparelhar nosso parque industrial, a fim de torná-lo menos dependente das importações e também propiciar a juventude para um mercado de trabalho muito atraente e necessário para a dignidade profissional das novas gerações.
Por enquanto, não há se falar em outra opção que não a chinesa.
Pois além de a China ser polo global de manufatura para tecnologias de transição energética, provida da maior capacidade de produção e menores custos para sistemas de armazenamento de energia em baterias, sua capacidade financeira é inigualável.
A TBEA, maior fabricante de transformadores de alta tensão da China faturou 96 bilhões de yuans, o equivalente a 72 bilhões de reais, em 2024.
Quase o dobro da WEG, uma das empresas que mais faturam no Brasil.
A parceria com a China também oferece a vantagem de se tratar com um país que leva as mudanças climáticas a sério e que realizou magnífica revolução do bem para a qualidade de vida de seu povo, em pouquíssimas décadas.


