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Jorge Lordello

delegado e escritor

Julgar é fácil, difícil é se colocar no lugar do outro

26 NOV 2019 - 23h59
A coisa mais fácil do mundo é apontar defeitos nos outros. 
Na verdade, geramos expectativas que se não cumpridas à risca geram frustração e depois crítica. Se o outro não fizer algo que esperávamos, logo é taxado de preguiçoso. 
Por outro lado, quando deixamos de cumprir algum compromisso, a culpa é da correria do dia a dia. 
Se alguém aponta um erro, logo concluímos que a língua é ferina. 
Mas quando resolvemos dar um toque na vida alheia, isso chama-se crítica construtiva. 
Fulano de tal passou por mim e não me cumprimentou: "Puxa, que sujeito mal mascarado ou mal educado". 
Mas quando cometemos esse mesmo lapso: 
"Puxa, foi pura distração mesmo". 
Se alguém procura agradar muito, pode dar a impressão que está com segundas intenções. O inverso é gentileza. 
E quando alguém toma alguma atitude sem permissão, logo achamos que o excesso foi imperdoável. 
Mas quando agimos dessa mesma maneira, o motivo é iniciativa ou proatividade. 
Se alguém luta por seus direitos até as últimas consequências, parece teimosia. Mas quando levamos nosso direito até o fim, é demonstração de luta por cidadania; pelo desejo de uma sociedade melhor para todos. Portanto, quando pensar em julgar o outro, procure olhar primeiro pra dentro de você. 
Pois em muitos julgamentos mesquinhos, acabamos julgando nós mesmos na figura do outro.
SANTA CASA DE MOGI
EPAMINONDAS ADVOGADOS
HIPERCAP

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