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COLUNA

Suami Paula de Azevedo

É escritor, responsável pela Mirambava Editora, palestrante e professor universitário. E-mail: suamiazevedo@uol.com.br

Toniolo, o Nosso Benilson

02 AGO 2019 - 23h59
Ter amigos pelo mundo é sempre bom. Tenho essa felicidade. E quando temos também a alegria de nos sentirmos, nos sabermos, amigo-irmão, a coisa fica ainda mais ampla e alegre. A minha conversa com o nosso Benilson Toniolo é assim.
Ele é um muito bom Poeta. No seu primeiro livro, “Canoeiro”, lembra no poema “Confissão”: “Partindo para a montanha,/ Deixei meus sonhos no cais”... e por aí vai. Claro, gente, ele subiu a Serra. E hoje é o Presidente da tradicional Academia de Letras de Campos do Jordão, fundada em 1980, o que revela o respeito dos demais sobre a importância de sua Arte. Ele é santista, sim, de fato nasceu em Santos e não só por torcer por seu time de futebol. Na Serra, brilha na linda Campos do Jordão, a que se integrou com muito amor. 
E mais do que respeitado ele é admirado. Tanto que é o atual Secretário de Valorização da Cultura do Município, já há alguns anos. Onde tem realizado um trabalho de alta qualidade. Afirmo isso com toda tranquilidade. Conheço bem a área, onde realizei pesquisas, publiquei estudos, lecionei Gestão Pública e atuei. Por isso reconheço fácil um bom Gestor de Cultura. Ele pode por vezes ter de assumir a Chefia de suas funções e despertar a melhor realização dos seus parceiros. Mas não fica só instalado no mando sobre os Subordinados. Ele leva com jeito e facilidade o papel de Liderança estimulando a Equipe a suas plenas possibilidades. Trabalha com o que chamo de “Cultura Permanente” e não só, como adoram os pol&iac ute;ticos, com eventos, “Cultura Eventual”.
A ligação de Praia e Montanha permanece nele. Com suas interrogações. No poema “LXIII”, do livro “Marés e Serranias”, Benilson nos lança: “Toda ilusão é uma ilha/ Não vejo a hora/ De escapar deste arquipélago”. Ele também sabe das estranhas verdades, como se percebe nestes versos do poema “XLI”, como expõe: “E dizem as academias/ Que meus versos são livres/ Quem me dera!”. 
É isso que faz a Poesia. Ironia? Essas são as metáforas tão difíceis e necessárias aos versos.
Mas ele circula com muito empenho também pela prosa. Vejam seu livro de contos, “Casos ao Acaso”, gentes e coisas e fatos pseudosingelos que nos repassa. Ah, que a criatividade é que nos envolve e empurra. 
Então, Benilson, meu abraço fraterno de felicitações pude lhe dar dessa vez. Você merece o retorno do seu carinho e atenção, sempre. Convidem! Conheçam!
O seu trabalho, sempre intenso e imenso, em especial agora onde acompanhamos o andamento do 50º Festival de Inverno de Campos do Jordão. Evento extraordinário que nos vem lá de 1970. Maravilhoso. Não apenas por nos trazer apresentações musicais, mas especialmente por oferecer Educação de Arte Musical. Assistimos juntos algumas apresentações. Posso destacar o Quarteto Esqualo Ensemble. Profissionais de forte poder. Seus tangos, nas leituras que fizeram foi magistral, criatividade com Piazzolla e seu tanto de Jazz. Senti que você também amou, ilustríssimo Benilson. E o espetáculo da Orquestra do Festival, com seus brilhantes alunos se expressando, fantásticos, nas vésperas do encerramento. 
Você atuou firme e forte. Parabéns!
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