A falta de cuidados com o meio ambiente, como a poluição do ar, da água e do solo, bem como o desmatamento, as queimadas e a construção desenfreada de estradas e cidades, vem provocando mudanças climáticas como calor excessivo e diminuição de chuvas em vários pontos do Brasil e do mundo, resultando em prejuízos para a natureza. A situação é em todo o País.
As nascentes ou minas d’água são onde culminam as águas dos lençóis, reservatórios subterrâneos, que formam os córregos, riachos e rios. Para conservá-las é essencial evitar a ocupação irregular de áreas próximas que causam a contaminação desses mananciais. Medidas como evitar a dispersão do lixo nas ruas e rodovias, também ajudam bastante na preservação. A recuperação dos rios e suas nascentes representam atitudes urgentes para a garantia de água potável para as futuras gerações.
Nesta semana, o DS trouxe informação sobre a preocupação de Suzano com seus rios e córregos.
O Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) fará o desassoreamento de rios na cidade.
A cidade solicitou o desassoreamento dos rios Guaió, Jaguari, Taiaçupeba e Tietê.
O DAEE informou que haverá ainda neste ano o trabalho no Jaguari, com limpeza em 1.300 metros com investimento de R$ 1,2 milhão.
Um trabalho de extrema importância para garantir também reforço contra a poluição.
Também foi confirmado de que o Guaió receberá melhorias nesse ano.
O trabalho será feito em 1.500 metros de extensão com investimento de R$ 2,2 milhões.
O Rio Taiaçupeba deve receber as mesmas obras.
Por todo o País o desafio de limpeza e despoluição de rios é grande.
Em São Paulo, a tentativa do governo do Estado de limpar o curso d'água começou há 25 anos, em 1992, após uma ampla campanha popular feita pela SOS Mata Atlântica, em que foram colhidas 1,2 milhão de assinaturas
O Projeto Tietê foi lançado com financiamento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Em 1993, a gestão prometeu publicamente limpar o rio até 2005.
Pelo menos 25 anos e US$ 2,7 bilhões (R$ 8,8 bilhões) depois, ele está longe de ser despoluído.
A maior parte dos detritos que vão hoje para o Tietê é de origem doméstica.
Quando a despoluição começou, em 1992, 70% do esgoto residencial da região metropolitana de São Paulo era coletado e apenas 24% disso - 17% do total - passava por tratamento.
Mas é preciso manter o projeto de despoluição e garantir uma obra eficaz para beneficiar a população e preservar o meio ambiente.