A Oficina de Regionalização da Saúde da Grande São Paulo foi realizada na capital paulista e trouxe novidades. O evento marcou o fim da primeira fase do Programa de Regionalização da Saúde, que busca mapear as necessidades das diferentes regiões com o objetivo de reorganizar a gestão da saúde e oferecer os serviços de maior demanda a cada região.
O Alto Tietê deve ser incluído neste projeto. A Oficina é um marco no programa de regionalização por ser a primeira realizada na capital e voltada para a Grande São Paulo, segundo o governo estadual.
A discussão em todo o interior do Estado está extremamente avançada e, na Grande São Paulo, há praticamente um País, pelo número de pessoas e pelo número de desafios.
É importante, neste momento, promover o diálogo entre o governo do Estado e os diversos municípios para, juntos, identificarmos os gargalos, as dificuldades e encontrarmos soluções.
O objetivo da Regionalização da Saúde é a diminuição das desigualdades entre as regiões para aumentar a eficiência do gasto público, ampliar a oferta de serviços, fazer as filas andarem e reduzir a distância que as pessoas precisam percorrer para conseguir atendimento. O programa prevê a adequação dos ambulatórios médicos de especialidades e hospitais estaduais às necessidades regionais, efetivamente descentralizando o sistema de saúde.
O Programa de Regionalização da Saúde do Estado de São Paulo conta com a parceria do Cosems-SP e o apoio da OPAS, com a qual foi assinada a Carta de Cooperação Mútua para a qualificação e fortalecimento da gestão estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) do Estado de São Paulo. A parceria propõe buscar formas de entrosamento entre as instituições, para criar, manter e dinamizar redes permanentes entre os quadros funcionais e assegurar a cooperação entre eles. Segundo o Governo do Estado de SP, há uma parceria com os municípios que, nessa discussão, onde nós identificarmos vazio assistencial, vai ter mais investimento para trazer equidade e eficiência para o Sistema Único de Saúde.