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Editorial

Cirurgias eletivas

28 dezembro 2023 - 05h00 Por editoracao
Cirurgias eletivas

A marcação de cirurgias tem sido um desafio para o poder público. O tempo de espera, onde procurar os atendimentos, e a alta demanda para a quantidade de profissionais na área de saúde preocupam.
Nesta semana, o Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizou 1 milhão de cirurgias eletivas em 2023, o que representa o maior número da série histórica iniciada em 2008. Entre os procedimentos mais realizados ao longo do ano em todo o Estado, destacam-se os oftalmológicos, a retirada de vesículas e próstatas e as cirurgias no aparelho digestivo.
Um trabalho importante porque a Saúde não pode esperar. É preciso reduzir o tempo de atendimento entre a marcação e a efetiva consulta.
Lançados para ampliar o número de pacientes atendidos e oferecer cada vez mais qualidade de vida à população, os mutirões de cirurgias eletivas representam 30% do número total de cirurgias feitas no Estado.
O governo estadual afirma que no início do ano havia uma situação difícil, com muita gente na fila. Uma desorganização que vinha do período de pandemia, segundo o Estado. Cirurgias eletivas foram postergadas e muita gente na fila dos tratamentos oncológicos. 
Foi preciso fazer uma organização por meio de mutirões e houve uma grande aplicação de recursos e realizamos mais de 1 milhão de cirurgias eletivas.
De acordo com o Estado, para acelerar a realização de cirurgias eletivas, a Secretaria da Saúde destinou R$ 923,5 milhões.
Os mutirões têm o objetivo de ampliar a oferta de procedimentos de média e alta complexidades aos usuários do SUS, bem como permitir que estabelecimentos de saúde que integram a rede pública ampliem, em caráter temporário, a oferta de procedimentos.
O resultado dessa estratégia é a redução do tempo de espera e do sofrimento de quem aguardava por esses procedimentos, trazendo cada vez mais dignidade ao cidadão paulista e regulando o encaminhamento de pacientes que necessitam de tratamento cirúrgico.