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Editorial

Fim da intervenção

20 fevereiro 2024 - 05h00 Por editoracao
Fim da intervenção

O DS trouxe reportagem, na edição de sábado, mostrando que para atender a um pedido do Ministério Público (MP), a Prefeitura de Suzano iniciou fase de estudo para a possibilidade de cessar a intervenção na gestão da Santa Casa de Misericórdia.
O que é mais importante em tudo isso? Que o atendimento na unidade seja mantido. Hoje, a Santa Casa de Suzano é uma das principais portas de entrada para atendimento.
A Prefeitura de Suzano e órgãos estaduais e federal, contribuem para a manutenção da instituição.
Conforme apurou o DS, na reportagem, “independentemente de qual seja a decisão, os serviços continuarão sendo prestados de forma ininterrupta na unidade e a população não será afetada”.
A cidade vive a expectativa de ter um novo hospital para acrescentar o trabalho da Santa Casa de Suzano. 
O Hospital Federal deve ser entregue neste ano para reforçar o atendimento na saúde.
Mensalmente, a Santa Casa recebe repasses que somam R$ 3.319.311,11, sendo: R$ 1.577.058,02 do governo federal; R$ 1.290.342,09 do município; e R$ 451.911,00 do Estado.
A intervenção ocorre quando a Prefeitura assume a gestão da entidade, o que já vem acontecendo. A administração nomeia um interventor que tem as seguintes funções: representar a entidade, gerir os recursos destinados à unidade, podendo se necessário abrir ou encerrar contas bancárias; gerenciar a administração de pessoas; providenciar inventário de estoque, bens e equipamentos, além de laudos da situação da unidade; e determinar auditorias periódicas, sempre que forem necessárias ou recomendáveis.
Em 2017, logo quando assumiu o cargo, no primeiro mandato, o prefeito Rodrigo Ashiuchi (PL) decretou emergência na saúde e nova intervenção na Santa Casa. 
Entre os motivos estava o fato de levantamentos terem indicados “expressivos déficits na saúde financeira e fiscal da instituição, que se avolumam incessantemente, inclusive por força de ações judiciais demandando enérgicas providências por parte dos responsáveis por o seu estancamento e saneamento, para que a mesma possa retornar à gestão privada”. 
A expectativa agora é aguardar a decisão da Prefeitura em relação à recomendação do Ministério Público (MP).
O mais importante é manter o atendimento, sem prejuízos para a população.