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Em noite de recorde para Shamell, Mogi Basquete perde para o Corinthians em SP

Apesar da derrota, o Mogi Basquete continua na quarta posição, com 15 vitórias em 22 jogos

Por de São Paulo01 MAR 2019 - 08h42
Nome mogiano da partida foi o ala Shamell Stallworth, com 24 pontos, cinco rebotes e quatro assistênciasFoto: Antonio Penedo/Mogi-Helbor

Jogando no Ginásio Wlamir Marques, em São Paulo, o Mogi Basquete foi superado pelo Corinthians por 90 a 79 nesta noite pelo NBB Caixa (Novo Basquete Brasil). A equipe mogiana foi comandada por Cadum Guimarães e Alexandre Rios, já que o técnico Guerrinha e o assistente técnico Danilo Padovani cumprem suspensão de seis meses pelo caso de doping do ala Shamell Stallworth. O clube entrará com recurso para reverter o caso no TJDAD (Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem).

O Corinthians estabeleceu a vantagem no primeiro tempo e se manteve à frente no placar durante toda a partida, vencendo os dois primeiros quartos por 20 a 16 (1º) e 23 a 16 (2º). Os dois últimos foram equilibrados e terminaram empatados em 24 a 24 (3º) e 23 a 23 (4º). 

O nome mogiano da partida foi o ala Shamell Stallworth, com 24 pontos, cinco rebotes e quatro assistências. Ainda no segundo quarto, o norte-americano chegou a marca histórica de sete mil pontos no NBB. Ele é o maior cestinha e o primeiro jogador a alcançar essa marca na competição. Também se destacaram o armador Arthur Pecos, com 17 pontos, seis assistências e cinco rebotes, o ala-pivô Luís Gruber, com 15 pontos e nove rebotes, e o pivô JP Batista, com 12 pontos. O cestinha da partida foi o ala Fuller, do Corinthians, com 27 pontos.

“O Corinthians começou bem, abriu uma vantagem e nós não conseguimos encostar no jogo. Superar um time que está na frente, jogando com personalidade, é preciso fazer um pouco a mais do que a gente fez. Falamos nos últimos dias de superação, de fazer um pouco mais, mas não conseguimos fazer isso. Já revertemos jogos até piores do que esse e hoje a gente não conseguiu. Os jogadores do Corinthians que vieram do banco entraram muito bem e nós não conseguimos cortar isso. Precisamos diminuir erros. Tivemos 12 no primeiro tempo e é muita coisa. O nosso aproveitamento de três também não foi tão bom e errando dava a bola para eles. Precisamos diminuir os rebotes ofensivos do adversário, claro que é regra para todo jogo e todos os times, mas não conseguimos fazer isso hoje”, ressalta Cadum Guimarães, que comandou a equipe do banco nesta noite.

Para o ala Shamell, a noite foi histórica pela marca, mas não teve o sabor especial por conta da derrota. “Para mim foi legal. Não era o jeito que eu gostaria de chegar aos sete mil pontos, com derrota, mas é uma marca que nenhum jogador chegou no NBB. Ser o primeiro é uma conquista bem bacana. Quando você começa a carreira não pensa em coisas individuais. É um jogo coletivo, mas durante a carreira você vai quebrando recordes. Para mim é mais um, mas agora é continuar trabalhando.”

Apesar da derrota, o Mogi Basquete continua na quarta posição, com 15 vitórias em 22 jogos. O próximo compromisso do time será no dia 8 de março contra o Pinheiros, também fora de casa.

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